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sábado, novembro 15, 2025

Danceteria Sagitário's Disco Club Freguesia do Ó SP

SÉRIE DANCETERIAS DA NOSSA REGIÃO 

Sagitario's Disco Clube era uma balada na Rua Carlos Alberto Moretti na Vila América Freguesia do Ó. 
Bom, pra começar relatos de que a galera curtia muito esse lugar e a concentração era barulhenta com motos CB 400 e os fuscas incrementados a dá voltas em frente a danceteria. Quando digo concentração cabe todos, jovens e adolescentes que não podiam entrar, pois a balada era para acima de 18 anos. 
Se você frequentou conte pra nós, essa sua experiência. 
Foto remasterizada por i.a
Robson Cerqueira

Danceteria New Flash Freguesia do Ó SP

SÉRIE DANCETERIAS DA REGIÃO NOROESTE 

New Flash 

Muito antes de ter este nome e ser um dos melhores salões de festas da Freguesia do Ó para todos os gostos.
Antes era "Baile do Siqueira", depois Rock Rolling onde se dançava de patins. Muito tempo sendo alugado para festas de casamentos, aniversários, conferência de empresas, encontros com vendedoras de Cosméticos. 
Veio a Flash com concursos de Miss Freguesia, Garoto e Garota Verão, Garoto e Garota Coquetel ( disputa entre jovens de academias) com corpo bem esculpidos em malhação. 
Ainda teve a fase New Flash domingueiras.
Com patrocínio da Rádio 100,5 de Pirituba, a casa passou com suas domingueiras conhecidas como "Sunday" com DJ Tuca Porto. 
Logo depois dessa fase, com o nome "Night Angel" a casa foi alugada para a temática de shows de pagode, mas aí começou o sucesso estrondoso a ponto de não comportar todos que desejavam entrar causando grande embaraço para os contratantes, e mais uma multidão ávida para entrar na casa com aglomeração bem ao lado do 18° Batalhão da Polícia Militar. 
Resultado; a casa foi fechada pela Subprefeitura Freguesia/Brasilândia. 
Uma perda de espaço cultural e empresarial, deixando uma gama de pessoas com muita saudade.
A New Flash da Rua Chico de Paula.

terça-feira, novembro 04, 2025

Danceteria Trump Town na Freguesia do Ó SP Capital

SÉRIE DANCETERIAS DA REGIÃO 

As danceterias dos anos 1990 eram locais icônicos como a TrumpTown que marcaram a vida noturna com gêneros como o house, dance music e o rock. Essa casa noturna oferecia uma experiência de "flashback" nostálgico, com globos espelhados e luzes coloridas, onde o público curtia e fazia coreografia bem ritmada.
Eu Robson Cerqueira filmei o primeiro show do João Terra como câmera man, fiz festa dos meus "40 anos", também fiz parte da bancada de juri num concurso de beleza "Miss Freguesia".
Os Adolescentes adoravam frequentar as "matinês" aos domingos a tarde pra noite. 
Quem quiser recordar o ambiente interno da danceteria é só acessar o vídeo no YouTube 
https://youtu.be/8hFZd1bIgAk?si=owLVtxl24mYLwYbt 
Delfim, Carlão, DJ Tigre pessoas legais que fizeram parte do sucesso da Trump Town, "A festa só está começando ".

quarta-feira, setembro 24, 2025

Um símbolo da Freguesia do Ó SP

Freguesia do Ó 

Infelizmente aqui está um símbolo que foi demolido por pura falta de consciência arquitetônica. A caixa d'água da Avenida Itaberaba era por assim dizer, um "marco" na paisagem do bairro, poderia ser visto em vários ângulos do bairro e das marginais do Rio Tietê, mas infelizmente as autoridades não perceberam o erro e autorizou a demolição. 
Aqui uma amostra de como seria a proposta para revitalização da caixa d'água da Freguesia do Ó. 
Imagem real e ilustrativa via I.A trabalho de Robson Cerqueira

sábado, setembro 20, 2025

DOMINGUEIRA DO NACIONAL Atlético Clube da Água Branca SP

DOMINGUEIRA DO NACIONAL 

No final dos anos 70 e começo dos anos 80, o Nacional Atlético Clube da Água Branca era a sensação do momento e pelo qual a juventude se divertia no maior salão de festas da região Lapa. 
As equipes que comandavam as festas eram: Mobi Dick, Magic, Broadway, Zodiac, Alcir Black Power, Free Way e depois de algum tempo a Sunday.
A festa do "branco " na era da "New Age" era assim a mais concorrida, pois as roupas de cor branca era moda naqueles anos. 
Aqui na foto ilustrativa feita com inteligência artificial ChatGPT e trabalho de descrição para composição da foto de Robson Cerqueira

sábado, setembro 06, 2025

Cine Clipper via inteligência artificial

Trabalho de @robsoncerqueira 
Colaborou ChatGPT 

Cine Piqueri em Pirituba

Cinema de bairro 
A cultura das grandes telas de cinema teve seu auge nos anos 50/60, bem antes da popularização da televisão no mundo e no Brasil. Aqui no bairro Piqueri foi inaugurado em 12/02/1954 o Cine Piqueri, aqui retratado via ChatGPT e trabalho de @robsoncerqueirasp. 
Fundador o Sr. Carlos S. Alonso. O primeiro filme foi "Candinho" com Mazzaropi o rei da comédia caipira brasileira. 
Estabelecido na Rua Coronel Bento Bicudo, 1264 no Piqueri. Sua capacidade era de 1328 lugares, um amplo e bonito cinema de bairro. 
O prédio ainda existe, mas é ocupado por outro negócio comercial.

quinta-feira, setembro 04, 2025

Cine Clipper na Freguesia do Ó SP

Cine Clipper na década de 60, e o desfile de 7 de setembro na Rua Bonifácio Cubas com Largo do Clipper. 
Foto colorida via I.A Gemini. 
Trabalho de Robson Cerqueiracom colaboração do ChatGPT 
Trabalho de @robsoncerqueirasp

Cine Morro Grande

O grande empresário Tomás de Mello Cruz foi sem dúvida um realizador de sonhos e desenvolvimento regional na antiga Vila Morro Grande. A história da região precisa enaltecer uma figura que construiu um lindo cinema na periferia da cidade de São Paulo. 
O Cine Morro Grande hoje um escombro ao descaso e sem perder a linha de raciocínio, um desperdício, pois ali o poder público poderia realizar uma grande obra a serviço da sociedade local da zona noroeste. 
Aqui reavivamos o antigo cinema em suas talvez cores originais através da Inteligência Artificial conhecida sigla; I.A.
Colaborou o ChatGPT e trabalho de Robson Cerqueira

quinta-feira, agosto 28, 2025

O detetive e a Boate Rose Garden

https://g.co/gemini/share/9dc20cb292b1

Um conto de flagra e detenção numa boate chamada Rose Garden. 
Sim a discreta e aconchegante casa "caliente" se é que você me entende. 

quinta-feira, julho 17, 2025

EUA a única potência produtiva

*Estados Unidos, seu PNB e seu impacto de ultradominância mundial.*

O mundo ainda está tentando entender o que é poder. A maioria olha para o tamanho do exército, o número de habitantes, a quantidade de portos ou a balança comercial. Mas isto é visão de colônia. De peão. De quem pensa que estatística faz império.

Poder de verdade não está no que você tem, mas no que você não precisa pedir.
Os Estados Unidos são a única nação do planeta que, se quiser, pode desligar o mundo. Não no botão da guerra, mas no da produção. Porque enquanto os analistas aplaudem o PIB, o verdadeiro trono está no PNB — o Produto Nacional Bruto. E ele não é só número. É o retrato de um império que lucraria mesmo se estivesse em coma.

Trinta trilhões de dólares. Este é o PNB dos EUA. Trinta trilhões produzidos, investidos ou controlados por americanos — mesmo quando a fábrica está em Xangai, o chip em Taiwan e o navio ancorado em Singapura. Agora pare e imagine: e se metade disso fosse trazido de volta? Não o lucro, não os dividendos — mas a linha de produção inteira. As fábricas. O maquinário. Os operários. O suor. O aço. A inteligência. O código. Não é repatriação de capital. É repatriação do mundo.

Coloca isto dentro das fronteiras americanas e você cria uma economia de 45 trilhões de dólares, com base energética própria, consumo interno inigualável, inovação autogerada, inteligência artificial a serviço da fábrica — e tudo isto blindado por porta-aviões e pelo dólar.

A China? Sufoca. Porque o milagre chinês não foi criado em Pequim. Foi criado em Michigan, Silicon Valley, Kansas, Indiana — quando empresas americanas decidiram terceirizar a espinha dorsal do mundo para reduzir custos. O que Trump propõe agora é simples: a espinha dorsal volta para casa. E com ela, o comando central.

Enquanto isto, o chinês médio ainda vive com mil reais por mês. O yuan continua sendo uma moeda que ninguém quer guardar. E a população, que é gigantesca no número, continua rasa no poder de compra. É uma economia de escala sem densidade. Um colosso estatístico de pés comunistas e caixa ocidental.

E aqui está o truque: os EUA não precisam exportar para sobreviver. Eles exportam por esporte. O consumo interno americano movimenta 70% do próprio PIB — algo que nenhum país sequer ousa sonhar. Isto significa que eles podem produzir, vender e lucrar sem sair do próprio quintal. E quando exportam, exportam para aliados que dependem deles militarmente, diplomaticamente, energeticamente, tecnologicamente — em tudo.

Japão? Protetorado elegante.

Alemanha? Satélite OTAN com vinho e culpa.

Brasil? Buffet de commodities esperando bênção alfandegária.

Coreia do Sul? Base militar com Wi-Fi.

Europa? Museu com bandeira azul.

China? O fornecedor descartável da festa para a qual não foi convidado.

Isto não é arrogância. Isto é estrutura. Isto é o que acontece quando um país descobre que pode dominar o mundo sem invadir ninguém, apenas trazendo tudo de volta e dizendo: “agora é daqui pra fora”.

E quando o mundo perceber que está preso ao dólar, à proteção militar, ao algorítmo americano, ao suprimento de semicondutores, aos satélites americanos que geram dentre outras coisas o sistema de GPS mundial, às redes sociais, à cultura e ao sistema financeiro, já será tarde demais.

Não haverá terceira via. Não haverá BRICS. Não haverá multipolaridade. Só haverá órbita. E no centro estará um país que parou de emprestar sua produção para os outros e decidiu trabalhar para si.

Esta não é uma revolução. É uma retomada divina do que sempre foi deles. O império está de volta. Mas desta vez, sem pedir desculpas.

verdade absoluta👆🏼

Diogo Muguet
 Economista, Matemático, Assessor Parlamentar, Analista Político, Calvinista e de Direita.

quarta-feira, julho 02, 2025

Bolsonaro em recuperação de saúde

*COMUNICADO JAIR BOLSONARO*

Após consulta médica de urgência foi-me determinado ficar em repouso absoluto durante o mês de julho.
Do exposto ficam suspensas as agendas de Santa Catarina e Rondônia. 
Crise de soluços e vômitos tornaram-se constantes, fato que me impedem até de falar.
Obrigado, 
Jair Bolsonaro.

terça-feira, junho 03, 2025

O centro de São Paulo precisa de reformas

Nos anos 60s até os anos 80s, o centro mais movimento do país, mais poluído também,  tinha como principal foco  na região, os escritórios,  lojas e passagens de pedestres a caminho de seus locais de trabalho e compras.
O fevor era sentido principalmente nas ruas; Direita,  São Bento, Praça do Patriarca, Avenida São João, Rua 15 de Novembro,  Praça da Sé, Praça Ramos de Azevedo,  Rua Barão de Itapetininga, Rua 24 de Maio, Rua 7 de Abril, Rua Xavier de Toledo, Avenida Ipiranga e Praça da República. Esse poderia ser classificado como  o inferno chamado centro de São Paulo,  muito congestionamento de ônibus, carros e caminhões de descarga.
A poluição na região  era a maior que qualquer outro lugar medido pela CETESB. 
Foi pensando em resolver ou amenizar essa loucura nos locais ora citados que  "alguém" propôs fazer os  calçadoēs, na época a solução mais aceitável.  Porém um problema advindo dessa ideia foi a remoção das paradas dos ônibus e passagens de carros por ruas antes transitaveis.

Em outros pontos da cidade a expansão ocorriam com uma velocidade tremenda por conta da inauguração da primeira linha de metrô.
O preço da construção dos calçadões foi a perda considerável de transeuntes na região central.
Primeiro; realmente era confuso e  descomunal o trânsito e a poluição,  sem contar os edifícios antigos sem garagens, ruas estreitas em alguns casos.
Então, o somar de todos esses fatores fez com que o centro morresse e se transformassem no que vemos hoje,  sendo abrigos de moradores de rua e as consequências  de violência e mau cheiro  nos quatro cantos da região central. 

A solução

 É a remoção dos calçadões transformando em vias asfaltadas e viabilizando a passagem de carros e motos.

Além é claro da autorização para  novo marco de  regularização e demolição de l grandes lojas e prédios em situação  eminente de degradação e conservação.

A  circulação de pessoas hoje em dia se faz com transporte público; metrô,  táxi, uber, moto, motos de entregas,  pequenos caminhões. 

Transformar prédios comerciais em residenciais.

Transformar praças cinzentas de hoje em algo bucólico,  com paisagismo, jardinagem e decoração com luzes bem coloridas e painéis de led.


Fotos e texto de Robson Cerqueira 
Foto com colaboração da I.A ChatGPT.

domingo, junho 01, 2025

204° Festa do Divino Espírito Santo na Freguesia do Ó SP

Tradicional festa do Divino Espírito Santo na Freguesia do Ó SP Capital zona norte. 
Neste domingo dia primeiro de junho teve a procissão e levantamento do mastro no Largo da Matriz Freguesia do Ó. 
Veja as cenas dessa festa religiosa. 

sábado, maio 17, 2025

Fim definitivo da cracolândia

De forma didática, objetiva e transparente  o vice-prefeito que este ano integrou ao grupo do Protocolo de ações integradas entre estado e prefeitura das Cenas Abertas de Uso,  explicou que nada aconteceu do dia pra noite, desde 2023 governo Tarcísio e governo Ricardo Nunes traçaram um plano de ação estratégico para desidratar a antiga principal "cracolândia" (Cenas Abertas de Uso) e desmantelar todo o ecossistema do crime organizado ao tráfico de drogas na região central da cidade. Tudo foi com muito trabalho, integração das políticas públicas, comprometimento de todas os setores da sociedade (moradores, comerciantes e trabalhadores) os resultados surpreendeu aqueles que não queriam enchegar em tudo que estava sendo feito no território. Para as equipes que trabalham  com seriedade e responsabilidade, o resultado já era esperado! Estamos vivendo uma nova fase histórica. Esvaziamento da maior Cena Aberta de Uso de drogas no Brasil... agora é continuar o trabalho, pq o dependente químico continua existindo e os pequenos aglomerados de usuários precisam de nossos serviços de cuidados em saúde e assistência, o trabalho não pára.

domingo, maio 04, 2025

História real de uma vítima

A professora aposentada Maria do Carmo da Silva, de 62 anos, cumpre pena de 14 anos em um hospital penitenciário. O motivo: participou da manifestação de 8 de janeiro de 2023, vinda com a caravana de Tangará da Serra (MT), levando apenas uma Bíblia. Como muitos, abrigou-se em um prédio aberto durante o caos, mas foi tratada como perigosa pelo atual governo.

Mãe de três filhos (25, 28 e 35 anos), formada em Pedagogia e com pós-graduação, ela passou sete meses presa e hoje vive em liberdade provisória com tornozeleira eletrônica. Respondeu ao Inquérito 4922 e foi condenada por cinco crimes, incluindo tentativa de golpe de Estado — julgamento feito em última instância, de forma virtual e sem direito a recurso.

A acusação de depredação contrasta com sua trajetória: dava aulas e ministrava cursos sobre projetos de preservação, sendo autora do projeto de restauração do Casarão do Marechal Cândido Rondon, patrimônio histórico em seu estado.

Via Instagram: anacemin