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sexta-feira, maio 29, 2026

Claudia Mendes Terapias Integrativas

Claudia Mendes atua na área das Terapias Integrativas unindo conhecimento técnico, sensibilidade e um olhar acolhedor para o cuidado humano. Massoterapeuta e Acupunturista, desenvolve um trabalho voltado ao equilíbrio físico, emocional e energético, oferecendo atendimentos personalizados na região da Freguesia do Ó, em São Paulo. 

Ao longo de sua trajetória, Claudia aprofundou-se em diferentes técnicas terapêuticas, integrando recursos da acupuntura, massoterapia e terapias complementares para auxiliar no alívio de dores, tensões musculares, estresse, ansiedade e desequilíbrios emocionais. Seu atendimento busca compreender cada pessoa de forma individual, respeitando não apenas os sintomas físicos, mas também os aspectos emocionais e energéticos envolvidos em cada processo.
Seu trabalho é marcado pela escuta atenta e pela proposta de proporcionar bem-estar, relaxamento profundo e qualidade de vida. Entre as técnicas utilizadas estão massagens terapêuticas, práticas energéticas e abordagens integrativas que favorecem o relaxamento, o desbloqueio corporal e o restabelecimento do equilíbrio natural do organismo.
Mais do que tratar sintomas, Claudia acredita na importância do cuidado integral e na conexão entre corpo e mente. Seu espaço terapêutico tornou-se referência para pessoas que buscam não apenas aliviar dores físicas, mas também encontrar acolhimento, equilíbrio emocional e momentos de autocuidado em meio à rotina intensa da vida moderna.
Com dedicação constante ao aprendizado e aperfeiçoamento profissional, ela segue ampliando seus conhecimentos em terapias integrativas, sempre com o propósito de oferecer um atendimento humano, ético e transformador.

Claudia Mendes 
Rua Antônio Blasques 186
11 96070-0034
                 https://www.instagram.com/p/DY6_qh9DefO/?igsh=NnpzOHQyNmI0NmN6

sexta-feira, maio 22, 2026

Virada Cultural na Freguesia do Ó SP Capital zona norte

Com Titãs e Sidney Magal, Virada Cultural 2026 leva rock e música popular ao palco Freguesia do Ó/Brasilândia
Na Casa de Cultura shows com apresentação de artistas para o público o Bloco Akió é um dos que vão abrilhantar a Virada Cultural na Freguesia do Ó. 

Programação gratuita nos dias 23 e 24 de maio reúne atrações de diferentes estilos na Zona Norte da capital
A diversidade musical marca a programação do palco Freguesia do Ó/Brasilândia na Virada Cultural 2026, que acontece no próximo fim de semana (dias 23 e 24) com o tema “O Festival dos Festivais”. Com atrações gratuitas que vão do rock ao samba, passando pelo sertanejo, gospel e música popular brasileira, o espaço na Zona Norte recebe artistas consagrados e apresentações voltadas para públicos de diferentes idades.

Promovida pela Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa, a Virada Cultural mantém a proposta de descentralizar as atrações e ampliar o acesso à cultura em todas as regiões da cidade.

A programação de sábado (23) começa às 16h com a Bateria do Morro da Casa Verde. Em seguida, a Banda 51 sobe ao palco às 17h. O sertanejo de Léo e Júnior anima o público às 19h30 e, encerrando a noite, a banda Titãs se apresenta às 21h30.

No domingo (24), o Coral Degraus abre a programação às 9h. Na sequência, o Polenta Rock Show se apresenta às 10h30, com distribuição de polenta ao público. Às 12h, Arlindinho leva samba e pagode ao palco. O grupo Demônios da Garoa se apresenta às 14h30 e Sidney Magal encerra a programação com show às 16h30. Nos intervalos dos dois dias, o público acompanha apresentações do DJ Seed Selector.

Fórum Pró-Metrô linha 6-Laranja

Fórum Pró Metrô 

Uma usina de idéias que são ventiladas para as melhorias no transporte público da região noroeste da Cidade de São Paulo. Várias propostas de linhas de metrô que passariam na região, foram muitas ideias que o governo estadual estudou junto a companhia do metrô e seus engenheiros. As reuniões aconteciam na creche Menino Jesus na Rua Antonieta Leitão, mas também houveram reuniões em vários lugares, a primeira reunião aconteceu na redação do Jornal Brasilândia no ano de 1990 e reuniu cerca de 5 pessoas, sendo Célio Pires, Celino Cardoso e João da Banca entre os mais destacados.
Em 1998 aconteceu uma gigante reunião com o secretário de Transporte na quadra do bloco carnavalesco Caprichosos do Piquerí.
Outras reuniões eram em sociedade amiga de bairros, e às vezes os assuntos do metrô eram tratados nas reuniões do Conseg. Conselho de Segurança da Freguesia do Ó. Devido aos terrenos das futuras estações estarem abandonados quando das desapropriações dos imóveis que dariam lugar às estações futuramente.
Em 2004 esta reunião mostrada aqui com esses senhores, senhoras e jovens discutiam pontos a serem apresentados às autoridades governamentais.
Foram enviados e estudados projetos que de alguma maneira melhorasse a vida dos moradores da região. Até estudo sobre a extensão da linha vermelha da Barra Funda que pudesse chegar à freguesia foi pedido, mas a linha 3 vermelha não conseguia ser estendida pois já estava completamente saturada em horários de picos. 
Em 2014 a linha 6 laranja tinha sido prometida para a copa do mundo realizada no Brasil e na cidade de São Paulo, mas não ficou pronta.
A chegado do "tatuzão" para começar as escavações num trecho de 15 e meio quilômetros de extensão e compartilhando 15 estações. Porém as coisas não caminharam com o devido processo legal e as obras tiveram que ser paralisadas, Um atraso que tomou longos sete anos, até nova formulação de projeto atualizado e com estrutura mais enxuta. Assim o novo projeto da linha 6 laranja teve aprovação de investimento estrangeiro, e empresa conhecedora na construção metrô pelo mundo afora.
Finalmente as obras começaram, e houve até acidente com a perfuração da tuneladora que pa

205° Novena e Festa do Divino Espírito Santo na Freguesia do Ó SP Capital

205˚ Festa do Divino Espírito Santo

A Freguesia do Ó, é um bairro histórico fundado em 1580, que mantém uma forte ligação com a igreja e com a devoção a Nossa Senhora da Expectação. Desde a construção da primeira capela por Manoel Prêto e sua esposa Águeda Rodrigues, a religiosidade sempre foi um pilar central da vida do bairro.
Um dos eventos mais significativos é a Festa do Divino Espírito Santo, uma tradição centenária, que representa a capital nas festividades do Festival da Cultura Paulista, o “Revelando São Paulo”, evento ambientado no Parque do Trote, na Vila Guilherme.
A festa em nosso bairro começa com a Novena, um período de preparação espiritual para os fiéis, culminando com o cortejo de levar o mastro pelas ruas da Freguesia do Ó até o Largo da Matriz, acompanhado por bandeiras, andor do divino, mastro pequeno carregado por crianças, principalmente por meninas. Na Rua Izabel Velho 159 é servido café com bolos de vários tipos, então é hora de carregar o mastro de madeira maciça medindo 14 metros e bem pesado. O cortejo é seguido por homens, mulheres e crianças que trajam roupas com a cor vermelha, símbolo da festa religiosa. Todo trajeto é acompanhado por uma banda musical bem tradicional e com cânticos conhecidos, seguindo um rito como uma procissão enfileirados em duas colunas.
No Largo da Matriz para fazer o levantamento do mastro de 14 metros, é preciso toda uma engenharia com “tesouras de madeiras” para dar sustentação a cada metro levantado, Aos espectadores que acompanham atentos o trabalho de hasteamento do mastro, é um alívio quando o mastro fica perfeitamente reto e aterrado, neste momento ouve-se fogos e aplausos efusivamente replicados para aqueles homens que conseguiram fazer um trabalho árduo e glorificante do “levantamento do mastro do divino”. 
A côrte de divino é composta assim: Imperador, Capitão do Mastro, Alferes da Bandeira, Pároco, Vigário 
Curadoria da festa
Lúcia Miserocchi.
“A festa do Divino Espírito Santo revela a fé intensa e a riqueza cultural da comunidade Óense."

De 15 a 23/05/26 Novena
Dia 17/05/26 Levantamento do mastro.

sexta-feira, maio 01, 2026

Pipa, diversão e tradição na Freguesia do Ó SP Capital

Pipa, diversão e tradição na Freguesia do Ó

A pipa foi inventada na China antiga, há 2000 anos. Inicialmente para uso militar e científico, e só depois virou o brinquedo que as crianças e adultos adoram empinar até hoje.
Era feita com bambu, seda e depois papel
No começo não era brinquedo
Era usada para:
comunicação militar (enviar sinais à distância)
medir distâncias e testar o vento e até em estratégias de guerra.
Espalhou-se da China para a Ásia (Índia, Japão)

A pipa chegou à Europa por volta da Idade Média, levada por comerciantes.
Virou um brinquedo popular entre crianças e adultos

Aqui no Brasil, a pipa virou parte da cultura popular, muito comum nas ruas, praças e bairros da capital paulista.
No território brasileiro é conhecida por vários nomes: pipa, papagaio, arraia, pandorga.

Na Freguesia do Ó virou brinquedo e tradição e uma multidão de rapazes e garotos fazem uma diversão nas ruas e praças em dias de vento maneiro.
Na praça do Peccicacco é fácil encontrar a turma empinando as pipas de maneira ordeira e com responsabilidade social. Explico: No festival que acontece são sorteados vários brindes e prêmios, desde cesta básica e pipas. Basta a pessoa que encontrou o pipa com o carimbo correspondente ao celular da turma. Essa pessoa liga e marca o local para receber seu prêmio. Se a pessoa que recebeu a “cesta básica” pode ficar para se, ou entregar para alguém que esteja em situação muito difícil. Essa é a orientação para quem consegue resgatar o pipa.
Falando em “resgate” há também um rapaz que com frequência faz o resgate das linhas de pipas que se quebram e são levadas ao vento nos “cortes” e ficam dependuradas nos postes ou em calhas de residências. Um trabalho bem bonito e louvável para evitar qualquer intercorrência com pessoas em trânsito. 
Eduardo Branquinho e seu sobrinho Peke 
“Competidores na arte de empinar pipas".
                 https://www.instagram.com/p/DXzAZr5kdQq/?igsh=MWtianFoZmU3aDY2bw==