O BRASIL PODE MAIS
Venho hoje, aqui, falar do meu amor pelo Brasil; falar da minha vida;
falar da minha experiência; falar da minha fé; falar das minhas
esperanças no Brasil. E mostrar minha disposição de assumir esta
caminhada. Uma caminhada que vai ser longa e difícil mas que com a
ajuda de Deus e com a força do povo brasileiro será com certeza
vitoriosa.
Alguns dias atrás, terminei meu discurso de despedida do Governo de
São Paulo afirmando minha convicção de que o Brasil pode mais. Quatro
palavras, em meio a muitas outras. Mas que ganharam destaque porque
traduzem de maneira simples e direta o sentimento de milhões de
brasileiros: o de que o Brasil, de fato, pode mais. E é isto que está
em jogo nesta hora crucial!
Nos últimos 25 anos, o povo brasileiro alcançou muitas conquistas:
retomamos a Democracia, arrancamos nas ruas o direito de votar para
presidente, vivemos hoje num país sem censura e com uma imprensa
livre. Somos um Estado de Direito Democrático. Fizemos uma nova
Constituição, escrita por representantes do povo. Com o Plano Real, o
Brasil transformou sua economia a favor do povo, controlou a inflação,
melhorou a renda e a vida dos mais pobres, inaugurou uma nova Era no
Brasil. Também conquistamos a responsabilidade fiscal dos governos.
Criamos uma agricultura mais forte, uma indústria eficiente e um
sistema financeiro sólido. Fizemos o Sistema Único de Saúde,
conseguimos colocar as crianças na escola, diminuímos a miséria,
ampliamos o consumo e o crédito, principalmente para os brasileiros
mais pobres. Tudo isso em 25 anos. Não foram conquistas de um só homem
ou de um só Governo, muito menos de um único partido. Todas são
resultado de 25 anos de estabilidade democrática, luta e trabalho. E
nós somos militantes dessa transformação, protagonistas mesmo,
contribuímos para essa história de progresso e de avanços do nosso
País. Nós podemos nos orgulhar disso.
Mas, se avançamos, também devemos admitir que ainda falta muito por
fazer. E se considerarmos os avanços em outros países e o potencial do
Brasil, uma conclusão é inevitável: o Brasil pode ser muito mais do
que é hoje.
Mas para isso temos de enfrentar os problemas nacionais e resolvê-los,
sem ceder à demagogia, às bravatas ou à politicagem. E esse é um bom
momento para reafirmarmos nossos valores. Começando pelo apreço à
Democracia Representativa, que foi fundamental para chegarmos aonde
chegamos. Devemos respeitá-la, defendê-la, fortalecê-la. Jamais
afrontá-la.
Democracia e Estado de Direito são valores universais, permanentes,
insubstituíveis e inegociáveis. Mas não são únicos. Honestidade,
verdade, caráter, honra, coragem, coerência, brio profissional,
perseverança são essenciais ao exercício da política e do Poder. É
nisso que eu acredito e é assim que eu ajo e continuarei agindo. Este
é o momento de falar claro, para que ninguém se engane sobre as minhas
crenças e valores. É com base neles que também reafirmo: o Brasil,
meus amigos e amigas, pode mais.
Governos, como as pessoas, têm que ter alma. E a alma que inspira
nossas ações é a vontade de melhorar a vida das pessoas que dependem
do estudo e do trabalho, da Saúde e da Segurança. Amparar os que estão
desamparados.
Sabem quantas pessoas com alguma deficiência física existem no Brasil?
Mais de 20 milhões – a esmagadora maioria sem o conforto da
acessibilidade aos equipamentos públicos e a um tratamento de
reabilitação. Os governos, como as pessoas, têm que ser solidários com
todos e principalmente com aqueles que são mais vulneráveis.
Quem governa, deve acreditar no planejamento de suas ações. Cultivar a
austeridade fiscal, que significa fazer melhor e mais com os mesmos
recursos. Fazer mais do que repetir promessas. O governo deve ouvir
a voz dos trabalhadores e dos desamparados, das mulheres e das
famílias, dos servidores públicos e dos profissionais de todas as
áreas, dos jovens e dos idosos, dos pequenos e dos grandes
empresários, do mercado financeiro, mas também do mercado dos que
produzem alimentos, matérias-primas, produtos industriais e serviços
essenciais, que são o fundamento do nosso desenvolvimento, a máquina
de gerar empregos, consumo e riqueza.
O governo deve servir ao povo, não a partidos e a corporações que não
representam o interesse público. Um governo deve sempre procurar unir
a nação. De mim, ninguém deve esperar que estimule disputas de pobres
contra ricos, ou de ricos contra pobres. Eu quero todos, lado a lado,
na solidariedade necessária à construção de um país que seja realmente
de todos.
Ninguém deve esperar que joguemos estados do Norte contra estados do
Sul, cidades grandes contra cidades pequenas, o urbano contra o rural,
a indústria contra os serviços, o comércio contra a agricultura, azuis
contra vermelhos, amarelos contra verdes. Pode ser engraçado no
futebol. Mas não é quando se fala de um País. E é deplorável que haja
gente que, em nome da política, tente dividir o nosso Brasil.
Não aceito o raciocínio do nós contra eles. Não cabe na vida de uma
Nação. Somos todos irmãos na pátria. Lutamos pela união dos
brasileiros e não pela sua divisão. Pode haver uma desavença aqui
outra acolá, como em qualquer família. Mas vamos trabalhar somando,
agregando. Nunca dividindo. Nunca excluindo. O Brasil tem grandes
carências. Não pode perder energia com disputas entre brasileiros.
Nunca será um país desenvolvido se não promover um equilíbrio maior
entre suas regiões. Entre a nossa Amazônia, o Centro Oeste e o
Sudeste. Entre o Sul e o Nordeste. Por isso, conclamo: Vamos juntos.
O Brasil pode mais. O desenvolvimento é uma escolha. E faremos essa
escolha. Estamos preparados para isso.
Ninguém deve esperar que joguemos o governo contra a oposição, porque
não o faremos. Jamais rotularemos os adversários como inimigos da
pátria ou do povo. Em meio século de militância política nunca fiz
isso. E não vou fazer. Eu quero todos juntos, cada um com sua
identidade, em nome do bem comum.
Na Constituinte fiz a emenda que permitiu criar o FAT, financiar e
fortalecer o BNDES e tirar do papel o seguro-desemprego – que hoje
beneficia 10 milhões de trabalhadores. Todos os partidos e blocos a
apoiaram. No ministério da Saúde do governo Fernando Henrique tomei a
iniciativa de enviar ou refazer e impulsionar seis projetos de lei e
uma emenda constitucional – a criação da Agência Nacional de
Vigilância Sanitária e da Agência Nacional de Saúde, a implantação dos
genéricos, a proibição do fumo nos aviões e da propaganda de cigarros,
a regulamentação dos planos de saúde, o combate à falsificação de
remédios e a PEC 29, que vinculou recursos à Saúde nas três esferas da
Federação - todos, sem exceção, aprovados pelos parlamentares do
governo e da oposição. É assim que eu trabalho: somando e unindo,
visando ao bem comum. Os membros do Congresso que estão me ouvindo,
podem testemunhar: suas emendas ao orçamento da Saúde eram acolhidas
pela qualidade, nunca devido à sua filiação partidária.
Se o povo assim decidir, vamos governar com todas e com todos, sem
discriminar ninguém. Juntar pessoas em vez de separá-las; convidá-las
ao diálogo, em vez de segregá-las; explicar os nossos propósitos, em
vez de hostilizá-las. Vamos valorizar o talento, a honestidade e o
patriotismo em vez de indagar a filiação partidária.
Minha história de vida e minhas convicções pessoais sempre estiveram
comprometidas com a unidade do país e com a unidade do seu povo. Sou
filho de imigrantes, morei e cresci num bairro de trabalhadores que
vinham de todas as partes, da Europa, do Nordeste, do Sul. Todos em
busca de oportunidade e de esperança.
A liderança no movimento estudantil me fez conhecer e conviver com
todo o Brasil logo ao final da minha adolescência. Aliás, na época,
aprendi mesmo a fazer política no Rio, em Minas, na Bahia e em
Pernambuco, aos 21 anos de idade. O longo exílio me levou sempre a
enxergar e refletir sobre o nosso país como um todo.
Minha história pessoal está diretamente vinculada à valorização do
trabalho, à valorização do esforço, à valorização da dedicação.
Lembro-me do meu pai, um modesto comerciante de frutas no mercado
municipal: doze horas de jornada de trabalho nos dias úteis, dez horas
no sábado, cinco horas aos domingos. Só não trabalhava no dia 1 de
janeiro. Férias? Um luxo, pois deixava de ganhar o dinheiro da nossa
subsistência. Um homem austero, severo, digno. Seu exemplo me marcou
na vida e na compreensão do que significa o amor familiar de um
trabalhador: ele carregava caixas de frutas para que um dia eu pudesse
carregar caixas de livros.
E eu me esforço para tornar digno o trabalho de todo homem e mulher,
do ser humano como ele foi. Porque vejo a imagem de meu pai em cada
trabalhador. Eu a vi outro dia, na inauguração do Rodoanel, quando um
dos operários fez questão de me mostrar com orgulho seu nome no mural
que eu mandei fazer para exibir a identidade de todos os
trabalhadores que fizeram aquela obra espetacular. Por que o mural?
Por justo reconhecimento e porque eu sabia que despertaria neles o
orgulho de quem sabe exercer a profissão. Um momento de revelação a si
mesmos de que eles são os verdadeiros construtores nesta nação.
Eu vejo em cada criança na escola o menino que eu fui, cheio de
esperanças, com o peito cheio de crença no futuro. Quando prefeito e
quando governador, passei anos indo às escolas para dar aula (de
verdade) à criançada da quarta série. Ia reencontrar-me comigo mesmo.
Porque tudo o que eu sou aprendi em duas escolas: a escola pública e
a escola da vida pública. Aliás, e isto é um perigo dizer, com
freqüência uso senhas de computador baseadas no nome de minhas
professoras no curso primário. E toda vez que escrevo lembro da sua
fisionomia, da sua voz, do seu esforço, e até das broncas, de um puxão
de orelhas, quando eu fazia alguma bagunça.
Mas é por isso tudo que sempre lutei e luto tanto pela educação dos
milhões de filhos do Brasil. No país com que sonho para os meus netos,
o melhor caminho para o sucesso e a prosperidade será a matrícula numa
boa escola, e não a carteirinha de um partido político. E estou
convencido de uma coisa: bons prédios, serviços adequados de merenda,
transporte escolar, atividades esportivas e culturais, tudo é muito
importante e deve ser aperfeiçoado. Mas a condição fundamental é a
melhora do aprendizado na sala de aula, propósito bem declarado pelo
governo, mas que praticamente não saiu do papel. Serão necessários
mais recursos. Mas pensemos no custo para o Brasil de não ter essa
nova Educação em que o filho do pobre freqüente uma escola tão boa
quanto a do filho do rico. Esse é um compromisso.
É preciso prestar atenção num retrocesso grave dos últimos anos: a
estagnação da escolaridade entre os adolescentes. Para essa faixa de
idade, embora não exclusivamente para ela, vamos turbinar o ensino
técnico e profissional, aquele que vira emprego. Emprego para a
juventude, que é castigada pela falta de oportunidades de subir na
vida. E vamos fazer de forma descentralizada, em parcerias com
estados e municípios, o que garante uma vinculação entre as escolas
técnicas e os mercados locais, onde os empregos são gerados. Ensino de
qualidade e de custos moderados, que nos permitirá multiplicar por
dois ou três o número de alunos no país inteiro, num período de
governo. Sim, meus amigos e amigas, o Brasil pode mais.
Podemos e devemos fazer mais pela saúde do nosso povo. O SUS foi um
filho da Constituinte que nós consolidamos no governo passado,
fortalecendo a integração entre União, Estados e Municípios;
carreando mais recursos para o setor; reduzindo custos de
medicamentos; enfrentando com sucesso a barreira das patentes, no
Brasil e na Organização Mundial do Comércio; ampliando o sistema de
atenção básica e o Programa Saúde da Família em todo o Brasil;
prestigiando o setor filantrópico sério, com quem fizemos grandes
parcerias, dos hospitais até a prevenção e promoção da Saúde, como a
Pastoral da Criança; fazendo a melhor campanha contra a AIDS do mundo
em desenvolvimento; organizando os mutirões; fazendo mais vacinações;
ampliando a assistência às pessoas com deficiência; cerceando o abuso
do incentivo ao cigarro e ao tabaco em geral. E muitas outras coisas
mais. De fato, e mais pelo que aconteceu na primeira metade do
governo, a Saúde estagnou ou avançou pouco. Mas a Saúde pode avançar
muito mais. E nós sabemos como fazer isso acontecer.
Saúde é vida, Segurança também. Por isso, o governo federal deve
assumir mais responsabilidades face à gravidade da situação. E não
tirar o corpo fora porque a Constituição atribui aos governos
estaduais a competência principal nessa área. Tenho visto gente
criticar o Estado Mínimo, o Estado Omisso. Concordo. Por isso mesmo,
se tem área em que o Estado não tem o direito de ser mínimo, de se
omitir, é a segurança pública. As bases do crime organizado estão
no contrabando de armas e de drogas, cujo combate efetivo cabe às
autoridades federais . Ou o governo federal assume de vez, na
prática, a coordenação efetiva dos esforços nacionalmente, ou o Brasil
não tem como ganhar a guerra contra o crime e proteger nossa
juventude.
Qual pai ou mãe de família não se sente ameaçado pela violência, pelo
tráfico e pela difusão do uso das drogas? As drogas são hoje uma praga
nacional. E aqui também o Governo tem de investir em clínicas e
programas de recuperação para quem precisa e não pode ser tolerante
com traficantes da morte. Mais ainda se o narcotráfico se esconde
atrás da ideologia ou da política. Os jovens são as grandes vítimas.
Por isso mesmo, ações preventivas, educativas, repressivas e de
assistência precisam ser combinadas com a expansão da qualificação
profissional e a oferta de empregos.
Uma coisa que precisa acabar é a falsa oposição entre construir
escolas e construir presídios. Muitas vezes, essa é a conversa de quem
não faz nem uma coisa nem outra. É verdade que nossos jovens
necessitam de boas escolas e de bons empregos, mas se o indivíduo
comete um crime ele deve ser punido. Existem propostas de impor penas
mais duras aos criminosos. Não sou contra, mas talvez mais importante
do que isso seja a garantia da punição. O problema principal no Brasil
não são as penas supostamente leves. É a quase certeza da impunidade.
Um país só tem mais chance de conseguir a paz quando existe a garantia
de que a atitude criminosa não vai ficar sem castigo.
Eu quero que meus netos cresçam num país em que as leis sejam
aplicadas para todos. Se o trabalhador precisa cumprir a lei, o
prefeito, o governador e o presidente da República também tem essa
obrigação. Em nosso país, nenhum brasileiro vai estar acima da lei,
por mais poderoso que seja. Na Segurança e na Justiça, o Brasil
também pode mais.
Lembro que os investimentos governamentais no Brasil, como proporção
do PIB, ainda são dos mais baixos do mundo em desenvolvimento. Isso
compromete ou encarece a produção, as exportações e o comércio. Há
uma quase unanimidade a respeito das carências da infra-estrutura
brasileira: no geral, as estradas não estão boas, faltam armazéns,
os aeroportos vivem à beira do caos, os portos, por onde passam nossas
exportações e importações, há muito deixaram de atender as
necessidades. Tem gente que vê essas carências apenas como um
desconforto, um incômodo. Mas essa é uma visão errada. O PIB
brasileiro poderia crescer bem mais se a infra-estrutura fosse
adequada, se funcionasse de acordo com o tamanho do nosso país, da
população e da economia.
Um exemplo simples: hoje, custa mais caro transportar uma tonelada de
soja do Mato Grosso ao porto de Paranaguá do que levar a mesma soja do
porto brasileiro até a China. Um absurdo. A conseqüência é menos
dinheiro no bolso do produtor, menos investimento e menos riqueza no
interior do Brasil. E sobretudo menos empregos.
Temos inflação baixa, mais crédito e reservas elevadas, o que é bom,
mas para que o crescimento seja sustentado nos próximos anos não
podemos ter uma combinação perversa de falta de infra-estrutura,
inadequações da política macroeconômica, aumento da rigidez fiscal e
vertiginoso crescimento do déficit do balanço de pagamentos. Aliás,
o valor de nossas exportações cresceu muito nesta década, devido à
melhora dos preços e da demanda por nossas matérias primas. Mas vai
ter de crescer mais. Temos de romper pontos de estrangulamento e atuar
de forma mais agressiva na conquista de mercados. Vejam que dado
impressionante: nos últimos anos, mais de 100 acordos de livre
comércio foram assinados em todo o mundo. São um instrumento poderoso
de abertura de mercados. Pois o Brasil, junto com o MERCOSUL,
assinou apenas um novo acordo (com Israel), que ainda não entrou em
vigência!
Da mesma forma, precisamos tratar com mais seriedade a preservação do
meio-ambiente e o desenvolvimento sustentável. Repito aqui o que venho
dizendo há anos: é possível, sim, fazer o país crescer e defender
nosso meio ambiente, preservar as florestas, a qualidade do ar a
contenção das emissões de gás carbônico. É dever urgente dar a todos
os brasileiros saneamento básico, que também é meio ambiente. Água
encanada de boa qualidade, esgoto coletado e tratado não são luxo. São
essenciais. São Saúde. São cidadania. A economia verde é, ao contrário
do que pensam alguns, uma possibilidade promissora para o Brasil.
Temos muito por fazer e muito o que progredir, e vamos fazê-lo.
Também não são incompatíveis a proteção do meio ambiente e o
dinamismo extraordinário de nossa agricultura, que tem sido a galinha
de ovos de ouro do desenvolvimento do país, produzindo as alimentos
para nosso povo, salvando nossas contas externas, contribuindo para
segurar a inflação e ainda gerar energia! Estou convencido disso e
vamos provar o acerto dessa convicção na prática de governo. Sabem por
quê? Porque sabemos como fazer e porque o Brasil pode mais!
O Brasil está cada vez maior e mais forte. É uma voz ouvida com
respeito e atenção. Vamos usar essa força para defender a
autodeterminação dos povos e os direitos humanos, sem vacilações. Eu
fui perseguido em dois golpes de estado, tive dois exílios
simultâneos, do Brasil e do Chile. Sou sobrevivente do Estádio
Nacional de Santiago, onde muitos morreram. Por algum motivo, Deus
permitiu que eu saísse de lá com vida. Para mim, direitos humanos não
são negociáveis. Não cultivemos ilusões: democracias não têm gente
encarcerada ou condenada à forca por pensar diferente de quem está no
governo. Democracias não têm operários morrendo por greve de fome
quando discordam do regime.
Nossa presença no mundo exige que não descuidemos de nossas Forças
Armadas e da defesa de nossas fronteiras. O mundo contemporâneo é
desafiador. A existência de Forças Armadas treinadas, disciplinadas,
respeitadoras da Constituição e das leis foi uma conquista da Nova
República. Precisamos mantê-las bem equipadas, para que cumpram suas
funções, na dissuasão de ameaças sem ter de recorrer diretamente ao
uso da força e na contribuição ao desenvolvimento tecnológico do país.
Como falei no início, esta será uma caminhada longa e difícil. Mas
manteremos nosso comportamento a favor do Brasil. Às provocações,
vamos responder com serenidade; às falanges do ódio que insistem em
dividir a nação vamos responder com nosso trabalho presente e nossa
crença no futuro. Vamos responder sempre dizendo a verdade. Aliás,
quanto mais mentiras os adversários disserem sobre nós, mais verdades
diremos sobre eles.
O Brasil não tem dono. O Brasil pertence aos brasileiros que
trabalham; aos brasileiros que estudam; aos brasileiros que querem
subir na vida; aos brasileiros que acreditam no esforço; aos
brasileiros que não se deixam corromper; aos brasileiros que não
toleram os malfeitos; aos brasileiros que não dispõem de uma
"boquinha"; aos brasileiros que exigem ética na vida pública porque
são decentes; aos brasileiros que não contam com um partido ou com
alguma maracutaia para subir na vida.
Este é o povo que devemos mobilizar para a nossa luta; este é o povo
que devemos convocar para a nossa caminhada; este é o povo que quer,
porque assim deve ser, conservar as suas conquistas, mas que anseia
mais. Porque o Brasil, meus amigos e amigas, pode mais. E, por isso,
tem de estar unido. O Brasil é um só.
Pretendo apresentar ao Brasil minha história e minhas idéias. Minha
biografia. Minhas crenças e meus valores. Meu entusiasmo e minha
confiança. Minha experiência e minha vontade.
Vou lhes contar uma coisa. Desde cedo, quando entrei na vida pública,
descobri qual era a motivação maior, a mola propulsora da atividade
política. Para mim, a motivação é o prazer. A vida pública não é
sacrifício, como tantos a pintam, mas sim um trabalho prazeroso. Só
que não é o mero prazer do desfrute. É o prazer da frutificação. Não é
um sonho de consumo. É um sonho de produção e de criação. Aprendi
desde cedo que servir é bom, nos faz felizes, porque nos dá o sentido
maior de nossas existências, porque nos traz uma sensação de bem estar
muito mais profunda do que quaisquer confortos ou vantagens
propiciados pelas posições de Poder. Aprendi que nada se compara à
sensação de construir algo de bom e duradouro para a sociedade em que
vivemos, de descobrir soluções para os problemas reais das pessoas, de
fazer acontecer.
O grande escritor mineiro Guimarães Rosa, escreveu: O correr da vida
embrulha tudo. A vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí
afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é
coragem. Concordo. É da coragem que a vida quer que nós precisamos
agora.
Coragem para fazer um projeto de País, com sonhos, convicções e com o
apoio da maioria.
Juntos, vamos construir o Brasil que queremos, mais justo e mais
generoso. Eleição é uma escolha sobre o futuro. Olhando pra frente,
sem picuinhas, sem mesquinharias, eu me coloco diante do Brasil, hoje,
com minha biografia, minha história política e com . esperança no
nosso futuro. E determinado a fazer a minha parte para construir um
Brasil melhor. Quero ser o presidente da união. Vamos juntos,
brasileiros e brasileiras, porque o Brasil pode mais.
José Serra
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terça-feira, abril 13, 2010
sábado, abril 10, 2010
Serra é do bem, Serra é do Bem...

O pré-candidato à Presidência da República pelo PSDB, José Serra, admitiu em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo deste domingo, não ser conhecido por uma origem popular e humilde. Mas o político afirmou ter "conteúdo popular". "Nasci e cresci num bairro operário", disse o tucano. "Meu pai não era feirante. Ele tinha uma banca no Mercado Municipal, mas o padrão de vida era semelhante"
quarta-feira, abril 07, 2010
Politicando Humor....
PARA REFLEXÃO
Em uma planície, viviam um Urubu e um Pavão. Certo dia, o Pavão
refletiu:
-Sou a ave mais bonita do mundo animal, tenho uma plumagem colorida e
exuberante, porém nem voar eu posso, de modo a mostrar minha beleza.
Feliz é o Urubu que é livre para voar para onde o vento o levar.
O Urubu, por sua vez , também refletia no alto de uma árvore:
- Que infeliz ave sou eu, a mais feia de todo o reino animal e ainda
tenho que voar e ser visto por todos, quem me dera ser belo e vistoso
tal qual aquele Pavão.
Foi quando ambas as aves tiveram uma brilhante idéia em comum e
se juntaram para discorrer sobre ela: cruzar-se seria ótimo para
ambos, gerando um descendente que voasse como o Urubu e tivesse a
graciosidade de um Pavão... Então cruzaram... e daí nasceu o peru:
QUE É FEIO PRA CACETE E NÃO VOA!!!
Moral da história: "- Se tá ruim, não faz gambiarra que piora!"
Em uma planície, viviam um Urubu e um Pavão. Certo dia, o Pavão
refletiu:
-Sou a ave mais bonita do mundo animal, tenho uma plumagem colorida e
exuberante, porém nem voar eu posso, de modo a mostrar minha beleza.
Feliz é o Urubu que é livre para voar para onde o vento o levar.
O Urubu, por sua vez , também refletia no alto de uma árvore:
- Que infeliz ave sou eu, a mais feia de todo o reino animal e ainda
tenho que voar e ser visto por todos, quem me dera ser belo e vistoso
tal qual aquele Pavão.
Foi quando ambas as aves tiveram uma brilhante idéia em comum e
se juntaram para discorrer sobre ela: cruzar-se seria ótimo para
ambos, gerando um descendente que voasse como o Urubu e tivesse a
graciosidade de um Pavão... Então cruzaram... e daí nasceu o peru:
QUE É FEIO PRA CACETE E NÃO VOA!!!
Moral da história: "- Se tá ruim, não faz gambiarra que piora!"
sexta-feira, abril 02, 2010
quinta-feira, abril 01, 2010
O PT e a pelegada...
O PT nasceu de cesariana, há 29 anos. O pai foi o movimento sindical, e a mãe, a Igreja Católica, através das Comunidades Eclesiais de Base.
Os orgulhosos padrinhos foram, primeiro, o general Golbery do Couto e Silva, que viu dar certo seu projeto de dividir a oposicão brasileira.
Da árvore frondosa do MDB nasceram o PMDB, o PDT, o PTB e o PT.. Foi um dos únicos projetos bem-sucedidos do desastrado estrategista que foi o general Golbery.
Outros orgulhosos padrinhos foram os intelectuais, basicamente paulistas e cariocas, felizes de poder participar do crescimento de um partido puro, nascido na mais nobre das classes sociais, segundo eles: o proletariado.
O PT cresceu como crianca mimada, manhosa, voluntariosa e birrenta. Não gostava do capitalismo, preferia o socialismo. Era revolucionário. Dizia que não queria chegar ao poder, mas denunciar os erros das elites brasileiras.
O PT lançava e elegia candidatos, mas não "dançava conforme a música". Não fazia acordos, não participava de coalizões, não gostava de alianças. Era uma gente pura, ética, que não se misturava com picaretas.
O PT entrou na juventude como muitos outros jovens: mimado, chato e brigando com o mundo adulto.
Mas nos estados, o partido começava a ganhar prefeituras e governos, fruto de alianças, conversas e conchavos. E assim os petistas passaram a se relacionar com empresários, empreiteiros, banqueiros.
Tudo muito chique, conforme o figurino.
E em 2002 o PT ingressou finalmente na maioridade. Ganhou a presidencia da República. Para isso, teve que se livrar de antigos companheiros, amizades problemáticas. Teve que abrir mão de convicções, amigos de fé, irmãos camaradas.
A primeira desilusão se deu entre intelectuais. Gente da mais alta estirpe, como Francisco de Oliveira, Leandro Konder e Carlos Nelson Coutinho se afastou do partido, seguida de um grupo liderado por Plinio de Arruda Sampaio Junior.
Em seguida, foi a vez da esquerda. A expulsão de Heloisa Helena em 2004 levou junto Luciana Genro e Chico Alencar, entre outros, que fundaram o PSOL. Os militantes ligados a Igreja Católica também começaram a se afastar, primeiro aqueles ligados ao deputado Chico Alencar, em seguida Frei Betto.
E agora, bem mais recentemente, o senador Flavio Arns, de fortíssimas ligações familiares com a Igreja Católica. Os ambientalistas, por sua vez, começam a se retirar a partir do desligamento da senadora Marina Silva do partido.
Afinal, quem do grupo fundador ficará no PT? Os sindicalistas. Por isso é que se diz que o PT está cada vez mais parecido com o velho PTB de antes de 64. Controlado pelos pelegos, todos aboletados nos ministérios, nas diretorias e nos conselhos das estatais, sempre nas proximidades do presidente da República. Recebendo polpudos salários, mantendo relações delicadas com o empresariado. Cavando beneficios para os seus. Aliando-se ao coronelismo mais arcaico, o novo PT não vai desaparecer, porque está fortemente enraizado na administração pública dos estados e municipios. Alem do governo federal, naturalmente.
É o triunfo da pelegada...
Tudo isso sem falar nas amizades internacionais do seu presidente, Chavez, Evo, Irã... tudo muito perigoso para a humanidade.
Os orgulhosos padrinhos foram, primeiro, o general Golbery do Couto e Silva, que viu dar certo seu projeto de dividir a oposicão brasileira.
Da árvore frondosa do MDB nasceram o PMDB, o PDT, o PTB e o PT.. Foi um dos únicos projetos bem-sucedidos do desastrado estrategista que foi o general Golbery.
Outros orgulhosos padrinhos foram os intelectuais, basicamente paulistas e cariocas, felizes de poder participar do crescimento de um partido puro, nascido na mais nobre das classes sociais, segundo eles: o proletariado.
O PT cresceu como crianca mimada, manhosa, voluntariosa e birrenta. Não gostava do capitalismo, preferia o socialismo. Era revolucionário. Dizia que não queria chegar ao poder, mas denunciar os erros das elites brasileiras.
O PT lançava e elegia candidatos, mas não "dançava conforme a música". Não fazia acordos, não participava de coalizões, não gostava de alianças. Era uma gente pura, ética, que não se misturava com picaretas.
O PT entrou na juventude como muitos outros jovens: mimado, chato e brigando com o mundo adulto.
Mas nos estados, o partido começava a ganhar prefeituras e governos, fruto de alianças, conversas e conchavos. E assim os petistas passaram a se relacionar com empresários, empreiteiros, banqueiros.
Tudo muito chique, conforme o figurino.
E em 2002 o PT ingressou finalmente na maioridade. Ganhou a presidencia da República. Para isso, teve que se livrar de antigos companheiros, amizades problemáticas. Teve que abrir mão de convicções, amigos de fé, irmãos camaradas.
A primeira desilusão se deu entre intelectuais. Gente da mais alta estirpe, como Francisco de Oliveira, Leandro Konder e Carlos Nelson Coutinho se afastou do partido, seguida de um grupo liderado por Plinio de Arruda Sampaio Junior.
Em seguida, foi a vez da esquerda. A expulsão de Heloisa Helena em 2004 levou junto Luciana Genro e Chico Alencar, entre outros, que fundaram o PSOL. Os militantes ligados a Igreja Católica também começaram a se afastar, primeiro aqueles ligados ao deputado Chico Alencar, em seguida Frei Betto.
E agora, bem mais recentemente, o senador Flavio Arns, de fortíssimas ligações familiares com a Igreja Católica. Os ambientalistas, por sua vez, começam a se retirar a partir do desligamento da senadora Marina Silva do partido.
Afinal, quem do grupo fundador ficará no PT? Os sindicalistas. Por isso é que se diz que o PT está cada vez mais parecido com o velho PTB de antes de 64. Controlado pelos pelegos, todos aboletados nos ministérios, nas diretorias e nos conselhos das estatais, sempre nas proximidades do presidente da República. Recebendo polpudos salários, mantendo relações delicadas com o empresariado. Cavando beneficios para os seus. Aliando-se ao coronelismo mais arcaico, o novo PT não vai desaparecer, porque está fortemente enraizado na administração pública dos estados e municipios. Alem do governo federal, naturalmente.
É o triunfo da pelegada...
Tudo isso sem falar nas amizades internacionais do seu presidente, Chavez, Evo, Irã... tudo muito perigoso para a humanidade.
quarta-feira, março 24, 2010
Chapa grau AA... Alckmin e Afif
PSDB e DEM avançaram na costura do acordo para a eleição ao governo do Estado de São Paulo e estão prestes a anunciar que o candidato a vice-governador na chapa de Geraldo Alckmin ao Palácio dos Bandeirantes será Guilherme Afif Domingos. Os dois ocupam secretarias do governo e devem deixar os cargos para a disputa.
segunda-feira, março 22, 2010
Ração Humana... formula natural.

A ração humana virou mania entre os aflitos para perder peso, que não são poucos.
Embora tenha ficado famoso só recentemente, o suplemento alimentar foi criado em 2005, pela curitibana Lica Takagui. Comissária de bordo por 11 anos, ela passou muito tempo buscando uma saída para sua anemia e prisão de ventre constantes. Ela decidiu estudar naturologia e teve aulas com o médico e nutricionista Daniel Boarim, autor de diversos livros sobre a cura pelos alimentos. Com sua orientação, Lica começou a produzir a ração humana na cozinha de casa para vender. A escolha do nome se baseou no conceito do produto: reunir tudo o que o organismo precisa, como prometem os fabricantes de comida para bichos.
A empresária conta que sua diarista foi a primeira “garota-propaganda” da ração humana. Percebendo a saúde e a boa forma da patroa, ela decidiu experimentar o produto. Emagreceu 42 kg e começou a vender a fórmula até no ônibus, tamanho o interesse das pessoas na mudança de visual.
Também conta como sucesso desta "formula" natural, a divulgação no Programa Globo Reporter, foi através deste programa que muita gente esta se dando conta de como é fácil emagrecer sem muita briga por comida.
domingo, março 21, 2010
segunda-feira, março 15, 2010
Politicando Humor.... A lógica portuguesa - faz sentido!
A lógica portuguesa - faz sentido!
A pergunta deve ser pensada.
O basileiro faz piada com português por não entender que os dois povos
têm lógicas diferentes. O português é mais literal, cultiva um
preciosismo de sintaxe. Veja só:
Uma brasileira dirigia por Portugal, quando viu um carro com a porta
de trás aberta. Solidária, conseguiu emparelhar e avisou:
- A porta está aberta!
A mulher que dirigia conferiu o problema e respondeu irritada:
- Não, senhora. Ela está mal fechada!
0 -- 0 -- 0
Outro brasileiro estava em Lisboa e numa sexta-feira perguntou a um
comerciante se ele fechava no sábado. O vendedor respondeu que não.
No sábado, o brasileiro voltou e deu com a cara na porta.
Na segunda-feira, cobrou irritado do português:
- O senhor disse que não fechava!
O homem respondeu :
- Mas como vamos fechar se não abrimos?
0 -- 0 -- 0
Um jornalista hospedou-se há um mês num hotel em Évora. Na hora de
abrir a água da pia se atrapalhou, pois na torneira azul estava
escrito 'F' e na outra, preta, também 'F'. Confuso, quis saber da
camareira o porquê dos dois 'efes'. A moça olhou-o com cara de espanto
e respondeu, como quem fala com uma criança:
- Ora pois, fria e fervente.
0 -- 0 -- 0
Em Lisboa, a passeio, resolveu comprar uma gravata. Entrou numa loja
do Chiado e, além da gravata, comprou ainda um par de meias, duas
camisas sociais, uma polo esporte, um par de luvas e um cinto. Chorou
um descontinho, e pediu para fechar a conta. Viu então que o vendedor
pegou um lápis e papel e se pôs a fazer contas, multiplicando,
somando, tirando porcentagem de desconto, e aí intrigado, perguntou:
- O senhor não tem máquina de calcular?
- Infelizmente não trabalhamos com electrónicos, mas o senhor pode
encontrar na loja justamente aqui ao lado...
0 -- 0 -- 0
Há ainda a história de um que morou por um ano em Estoril e contou que
lá num certo dia, meio perdido na cidade perguntou ao português:
- Será que posso entrar nesta rua para ir ao aeroporto?
- Poder o senhor pode, mas de jeito algum vai chegar ao aeroporto...
0 -- 0 -- 0
Um turista brasileiro alugou um carro e decidiu ir à Espanha. Tomou
uma estrada sem muita convicção e encontrando à beira da estrada um
camponês, perguntou:
- Amigo esta estrada vai para a Espanha?
E o camponês respondeu:
- Se ela for vai nos fazer muita falta por cá.
0 -- 0 -- 0
Um grupo de brasileiros tendo terminado de almoçar quis tomar café.
O primeiro disse:
- Garçon, um café.
O segundo disse:
- dois, levantando os dedos.
O terceiro, apressadamente, disse:
- Três, e por fim o quarto disse:
- Quatro.
O garçon trouxe 10 cafezinhos. Ao ser indagado por que trouxera tanto
café para quatro pessoas, ele respondeu:
- Ora um pediu um, outro dois, outro três e o outro quatro faça a
conta e vejam se não são 10!!
0 -- 0 -- 0
E a melhor....O casal de brasileiros entra num restaurante na rua do
Diário que tem uma vista bonita para o rio e pergunta:
- Podemos sentar naquela mesa que tem a vista para o rio?
No que o garçon responde:
- Acho melhor os senhores sentarem nas cadeiras!!!
0 -- 0 -- 0
Mais uma:
O brasileiro examina o cardápio em um restaurante de Lisboa e chama o
garçon para tirar uma dúvida.
- Amigo, como é que vem este Filé à Moda da Casa?
Ao que o garçon responde sem pestanejar
- Sou eu mesmo que trago
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A pergunta deve ser pensada.
O basileiro faz piada com português por não entender que os dois povos
têm lógicas diferentes. O português é mais literal, cultiva um
preciosismo de sintaxe. Veja só:
Uma brasileira dirigia por Portugal, quando viu um carro com a porta
de trás aberta. Solidária, conseguiu emparelhar e avisou:
- A porta está aberta!
A mulher que dirigia conferiu o problema e respondeu irritada:
- Não, senhora. Ela está mal fechada!
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Outro brasileiro estava em Lisboa e numa sexta-feira perguntou a um
comerciante se ele fechava no sábado. O vendedor respondeu que não.
No sábado, o brasileiro voltou e deu com a cara na porta.
Na segunda-feira, cobrou irritado do português:
- O senhor disse que não fechava!
O homem respondeu :
- Mas como vamos fechar se não abrimos?
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Um jornalista hospedou-se há um mês num hotel em Évora. Na hora de
abrir a água da pia se atrapalhou, pois na torneira azul estava
escrito 'F' e na outra, preta, também 'F'. Confuso, quis saber da
camareira o porquê dos dois 'efes'. A moça olhou-o com cara de espanto
e respondeu, como quem fala com uma criança:
- Ora pois, fria e fervente.
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Em Lisboa, a passeio, resolveu comprar uma gravata. Entrou numa loja
do Chiado e, além da gravata, comprou ainda um par de meias, duas
camisas sociais, uma polo esporte, um par de luvas e um cinto. Chorou
um descontinho, e pediu para fechar a conta. Viu então que o vendedor
pegou um lápis e papel e se pôs a fazer contas, multiplicando,
somando, tirando porcentagem de desconto, e aí intrigado, perguntou:
- O senhor não tem máquina de calcular?
- Infelizmente não trabalhamos com electrónicos, mas o senhor pode
encontrar na loja justamente aqui ao lado...
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Há ainda a história de um que morou por um ano em Estoril e contou que
lá num certo dia, meio perdido na cidade perguntou ao português:
- Será que posso entrar nesta rua para ir ao aeroporto?
- Poder o senhor pode, mas de jeito algum vai chegar ao aeroporto...
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Um turista brasileiro alugou um carro e decidiu ir à Espanha. Tomou
uma estrada sem muita convicção e encontrando à beira da estrada um
camponês, perguntou:
- Amigo esta estrada vai para a Espanha?
E o camponês respondeu:
- Se ela for vai nos fazer muita falta por cá.
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Um grupo de brasileiros tendo terminado de almoçar quis tomar café.
O primeiro disse:
- Garçon, um café.
O segundo disse:
- dois, levantando os dedos.
O terceiro, apressadamente, disse:
- Três, e por fim o quarto disse:
- Quatro.
O garçon trouxe 10 cafezinhos. Ao ser indagado por que trouxera tanto
café para quatro pessoas, ele respondeu:
- Ora um pediu um, outro dois, outro três e o outro quatro faça a
conta e vejam se não são 10!!
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E a melhor....O casal de brasileiros entra num restaurante na rua do
Diário que tem uma vista bonita para o rio e pergunta:
- Podemos sentar naquela mesa que tem a vista para o rio?
No que o garçon responde:
- Acho melhor os senhores sentarem nas cadeiras!!!
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Mais uma:
O brasileiro examina o cardápio em um restaurante de Lisboa e chama o
garçon para tirar uma dúvida.
- Amigo, como é que vem este Filé à Moda da Casa?
Ao que o garçon responde sem pestanejar
- Sou eu mesmo que trago
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sexta-feira, março 12, 2010
Mobilização pela Democracia no Brasil...
Hoje eu venho escrever a você não apenas como presidente do PSDB, mas como cidadão preocupado com o futuro do nosso país.
Este é um ano importantíssimo para todos nós. É o ano em que escolheremos se queremos ver o Brasil continuar crescendo com democracia e justiça social, no caminho aberto pelas diretas-já, pela nova Constituição e pelo Plano Real. Ou vamos deixar que o radicalismo do PT, seu desrespeito pela lei e pelos valores democráticos nos empurrem de volta para a estagnação econômica e instabilidade política.
Mais do que nunca, o que nós precisamos é de uma grande mobilização. Uma mobilização que contagie o país inteiro, que inspire as pessoas a fazer alguma coisa para melhorar a sua própria vida ou a de sua comunidade. Acesse o site www.mobilizapsdb.org.br e veja como participar.
Não digo que será fácil. Digo apenas que a nossa obrigação é fazer de tudo para que o Brasil inteiro se apaixone pelas nossas idéias e projetos. Mobilize-se.
Este é um ano importantíssimo para todos nós. É o ano em que escolheremos se queremos ver o Brasil continuar crescendo com democracia e justiça social, no caminho aberto pelas diretas-já, pela nova Constituição e pelo Plano Real. Ou vamos deixar que o radicalismo do PT, seu desrespeito pela lei e pelos valores democráticos nos empurrem de volta para a estagnação econômica e instabilidade política.
Mais do que nunca, o que nós precisamos é de uma grande mobilização. Uma mobilização que contagie o país inteiro, que inspire as pessoas a fazer alguma coisa para melhorar a sua própria vida ou a de sua comunidade. Acesse o site www.mobilizapsdb.org.br e veja como participar.
Não digo que será fácil. Digo apenas que a nossa obrigação é fazer de tudo para que o Brasil inteiro se apaixone pelas nossas idéias e projetos. Mobilize-se.
quinta-feira, março 11, 2010
Serra compare com Dilma...
Diferenças impressionantes...
O post abaixo é uma primeira versão de uma biografia comparada entre José Serra(PSDB-SP) e Dilma Rousseff(PT-RS), para ser espalhada pelos quatro cantos do Brasil. Não há nenhuma mentira neste levantamento de dados e fatos sobre a vida pública dos dois oponentes. Os Blogs pela Democracia tem o papel de colocar a verdade para o eleitorado médio, aquele que está longe dos blogs políticos. Precisamos, além do nosso trabalho dentro do nosso ambiente, transformar este tipo de post em e-mail, em corrente, em material para orkut, em informação para as redes sociais. Este é o nosso trabalho. Aprimorem esta comparação. Criem a sua própria. Levantem novos dados. O importante é confrontar os dois candidatos. Quando a campanha começar, boa parte do Brasil já vai estar conhecendo José Serra e Dilma Rousseff. Com capacidade de julgar e escolher o que é melhor para o Brasil.
Aí vai, etapa por etapa, a vida dos dois:
José Serra tem 68 anos, é paulista, filho de imigrantes italianos, o pai vendedor de frutas no Mercado Público, foi criado em uma pequena casa quarto e sala, geminada com outras 24, em São Paulo.
Dilma Rousseff tem 62 anos, é mineira, filha de um imigrante húngaro, rico empreiteiro e dono de construtora, proprietário de dezenas de imóveis em Belo Horizonte, foi criada em um grande e espaçoso apartamento em Belo Horizonte.
Somente quando chegou ao Científico, a família Serra mudou-se para um apartamento de dois quartos, alugado. Antes disso, moraram em uma pequena casa em rua de chão batido.
Imóvel não era problema para a rica família Rousseff, que passava férias no Rio. Um dos espaçosos apartamentos foi cedido para Dilma utilizar, exclusivamente, como esconderijo seguro para os grupos terroristas dos quais participava, de onde saíam para praticar atentados, roubar e seqüestrar.
No início dos anos sessenta, vinculado à política estudantil, Serra foi presidente da União Estadual de Estudantes, de São Paulo, e da União Nacional dos Estudantes, com apoio da Juventude Católica. Democrata, sempre usou o palanque e a tribuna como armas, jamais integrando grupos terroristas e revolucionários manipulados pelo comunismo internacional.
Dilma, por sua vez, neste mesmo período, fazia política estudantil nas escolas mais burguesas de Belo Horizonte. Em 1963, ingressou no curso clássico e passou a comandar uma célula política em uma das mais tradicionais escolas da cidade, onde conheceu futuros companheiros de guerrilha, como o atual prefeito de Belo Horizonte, Fernando Pimentel.
Em 1964, exilou-se na Bolívia e, posteriormente, na França, retornando ao Brasil em 1965, na clandestinidade. Ainda neste ano, foi para o Chile, onde ficou durante oito anos. Com a queda de Allende, foi para a Itália e, posteriormente, para os Estados Unidos. Teve uma vida extremamente produtiva no exílio, onde adquiriu sólida formação acadêmica, foi professor e consultor..
Em 1964, Dilma começou a conviver com terroristas de esquerda, iniciando a sua carreira como militante na luta armada. Neste período ingressou na POLOP, Política Operária, onde militou até ingressar na universidade.
Em 1967, Serra casou-se com a psicóloga e bailarina Sílvia Mônica Allende, com quem tem dois filhos e dois netos e continua até hoje casado.
Dilma também casou-se em 1967, com o terrorista e guerrilheiro Cláudio Galeno de Magalhães Linhares ("Aurelio", "Lobato"). Quando o primeiro marido a deixou, para ir cumprir missões em outros países, sequestrando um avião no Uruguai, por exemplo, teve um segundo casamento com Carlos Franklin Araújo, com quem teve uma filha. Desde 2000, não está casada.
Serra interrompeu a sua formação acadêmica em função do exílio, que impediu que seguisse a carreira de Engenheiro. No entanto, no Chile, fez um mestrado em Economia e foi professor de matemática na CEPAL. Posteriormente, nos Estados Unidos, fez mais um mestrado e um doutorado na prestigiada Universidade de Cornell.Tem uma das mais sólidas formações na área no Brasil.
Dilma ingressou em 1967 na faculdade de Ciências Econômicas da UFMG. Ali participou da criação do sanguinário grupo COLINA, Comando de Libertação Nacional. Posteriormente, participou ativamente da fusão entre a COLINA e a VPR, Vanguarda Popular Revolucionária, quando surgiu a violenta VAR-P, Vanguarda Armada Revolucionária Palmares, responsável por dezenas de crimes contra civis e militares.
Serra permaneceu 10 anos longe do Brasil. Retornou em 1977, dois anos antes da Lei da Anistia, sendo um dos únicos que voltou sem nenhuma garantia de liberdade e ainda com os direitos políticos cassados.
Enquanto isso, Dilma estava na clandestinidade, participando de ações armadas, recebendo treinamento para guerrilha no exterior, ministrado por organizações comunistas internacionais. Aprendeu a usar o fuzil com maestria, especialmente na atividade de montá-lo e desmontá-lo no escuro. Foi presa em 1970, permanecendo nesta condição até 1973.
Em 1978, Serra iniciou a sua carreira política, que este ano completa 32 anos. Neste ano, teve sua candidatura a deputado impugnada, sob a alegação de que ainda estava com os direitos políticos suspensos. Foi admitido como professor de Economia na UNICAMP, onde ficou até 1984.
Em 1973, Dilma Rousseff retomou o curso de Economia na UFRGS, no Rio Grande do Sul, onde estava preso seu segundo marido, Carlos Araújo. Ingressou, junto com o marido, no PDT e recebeu um cargo de estagiária na Fundação de Economia e Estatística, em 1977. Em 1978, Dilma Rousseff começou a fazer o mestrado na UNICAMP e, depois, o doutorado. Durante anos, mentiu em seu currículo que tinha concluído os dois cursos quando, na verdade, mal cursou os créditos, que representa quando muito 10% de um título acadêmico strictu sensu.
Em 1983, Serra iniciou, efetivamente, a sua carreira como gestor, assumindo a Secretária de Planejamento do Estado de São Paulo.
Em 1985, Dilma assumiu a Secretaria Municipal da Fazenda, em Porto Alegre, no governo do pedetista Alceu Collares, com quem tem uma dívida de gratidão. Hoje Collares é conselheiro de Itaipu.
Em 1986, Serra foi eleito deputado constituinte, com a maior votação do estado de São Paulo. Foi o deputado que aprovou mais emendas no processo da Constituinte: apresentou 208 e aprovou 130, uma delas criando o Fundo de Amparo ao Trabalhador. Liderou toda a reformulação orçamentária e de planejamento do país, no período, que começaram a estruturar as finanças brasileiras, preparando-as para o futuro Plano Real.
Dilma saiu da Secretaria da Fazenda de Porto Alegre em 1988, sendo substituída pelo hoje blogueiro Políbio Braga, que afirma: "ela não deixou sequer um relatório, e a secretaria era um caos."
Serra foi um dos fundadores do PSDB, em 1988. Foi derrotado por Luiz Erundina, do PT, nas eleições para prefeito de São Paulo. Em 1990, foi reeleito deputado federal com a maior votação em São Paulo.
Em 1989, Dilma foi nomeada Diretora-Geral da Câmara de Vereadores de Porto Alegre, na cota do marido no PDT. Alguns meses depois foi demitida, pois não obedecia horários e faltava a todas as reuniões, segundo Valdir Fraga, o presidente da Casa, à época.
Em 1994, Serra foi um dos grandes apoiadores do Plano Real, mesmo com idéias própria que o indispuseram, por exemplo, com Ciro Gomes. Neste ano, foi eleito senador por São Paulo, com mais de seis milhões de votos. Em seguida, assumiu o Ministério do Planejamento.
Em 1995, voltou para a FEE, mas como funcionária, já que o PDT havia perdido a eleição. Ali editou uma revista de indicadores econômicos, enquanto tentava acertar o seu “doutorado” na UNICAMP.
Em 1998, José Serra assumiu o Ministério da Saúde, criando os genéricos e o Programa de Combate a AIDS. Criou a ANS e ANVISA. Foi considerado, internacionalmente, como uma referência mundial em gestão na área.
Em 1998, na cota do PDT, assume a Secretaria de Minas e Energia, no governo petista de Olívio Dutra, eleito governador gaúcho.Vendo que o partido de Brizola estava decadente, ingressou no PT.
Em 2002, Serra candidatou-se à Presidência, sendo derrotado por Luiz Inácio Lula da Silva.
Em 2002, Dilma foi nomeada ministra das Minas e Energia do governo Lula, puxando o tapete de Luiz Pinguelli Rosa, mestre em engenharia nuclear e doutor em física, que coordenava o grupo de transição.
Em 2004, Serra elegeu-se Prefeito de São Paulo.
Em junho de 2005, Dilma assumiu o lugar de José Dirceu, o chefe da sofisticada organização criminosa do mensalão, sendo saudada por ele como “companheira de armas e de lutas”, em memória aos tempos da guerrilha.
Em 2006, elegeu-se Governador de São Paulo, cargo que exerce até os dias de hoje. É o candidato natural da oposição à Presidência da República.
De lá para cá, vem sendo imposta por Lula como a candidata biônica do PT à presidência da república. No dia 20 de fevereiro de 2010, foi ungida, sem nunca ter conquistado um só cargo público pelo voto ou por concurso, a candidata da situação à sucessão de Lula.
O post abaixo é uma primeira versão de uma biografia comparada entre José Serra(PSDB-SP) e Dilma Rousseff(PT-RS), para ser espalhada pelos quatro cantos do Brasil. Não há nenhuma mentira neste levantamento de dados e fatos sobre a vida pública dos dois oponentes. Os Blogs pela Democracia tem o papel de colocar a verdade para o eleitorado médio, aquele que está longe dos blogs políticos. Precisamos, além do nosso trabalho dentro do nosso ambiente, transformar este tipo de post em e-mail, em corrente, em material para orkut, em informação para as redes sociais. Este é o nosso trabalho. Aprimorem esta comparação. Criem a sua própria. Levantem novos dados. O importante é confrontar os dois candidatos. Quando a campanha começar, boa parte do Brasil já vai estar conhecendo José Serra e Dilma Rousseff. Com capacidade de julgar e escolher o que é melhor para o Brasil.
Aí vai, etapa por etapa, a vida dos dois:
José Serra tem 68 anos, é paulista, filho de imigrantes italianos, o pai vendedor de frutas no Mercado Público, foi criado em uma pequena casa quarto e sala, geminada com outras 24, em São Paulo.
Dilma Rousseff tem 62 anos, é mineira, filha de um imigrante húngaro, rico empreiteiro e dono de construtora, proprietário de dezenas de imóveis em Belo Horizonte, foi criada em um grande e espaçoso apartamento em Belo Horizonte.
Somente quando chegou ao Científico, a família Serra mudou-se para um apartamento de dois quartos, alugado. Antes disso, moraram em uma pequena casa em rua de chão batido.
Imóvel não era problema para a rica família Rousseff, que passava férias no Rio. Um dos espaçosos apartamentos foi cedido para Dilma utilizar, exclusivamente, como esconderijo seguro para os grupos terroristas dos quais participava, de onde saíam para praticar atentados, roubar e seqüestrar.
No início dos anos sessenta, vinculado à política estudantil, Serra foi presidente da União Estadual de Estudantes, de São Paulo, e da União Nacional dos Estudantes, com apoio da Juventude Católica. Democrata, sempre usou o palanque e a tribuna como armas, jamais integrando grupos terroristas e revolucionários manipulados pelo comunismo internacional.
Dilma, por sua vez, neste mesmo período, fazia política estudantil nas escolas mais burguesas de Belo Horizonte. Em 1963, ingressou no curso clássico e passou a comandar uma célula política em uma das mais tradicionais escolas da cidade, onde conheceu futuros companheiros de guerrilha, como o atual prefeito de Belo Horizonte, Fernando Pimentel.
Em 1964, exilou-se na Bolívia e, posteriormente, na França, retornando ao Brasil em 1965, na clandestinidade. Ainda neste ano, foi para o Chile, onde ficou durante oito anos. Com a queda de Allende, foi para a Itália e, posteriormente, para os Estados Unidos. Teve uma vida extremamente produtiva no exílio, onde adquiriu sólida formação acadêmica, foi professor e consultor..
Em 1964, Dilma começou a conviver com terroristas de esquerda, iniciando a sua carreira como militante na luta armada. Neste período ingressou na POLOP, Política Operária, onde militou até ingressar na universidade.
Em 1967, Serra casou-se com a psicóloga e bailarina Sílvia Mônica Allende, com quem tem dois filhos e dois netos e continua até hoje casado.
Dilma também casou-se em 1967, com o terrorista e guerrilheiro Cláudio Galeno de Magalhães Linhares ("Aurelio", "Lobato"). Quando o primeiro marido a deixou, para ir cumprir missões em outros países, sequestrando um avião no Uruguai, por exemplo, teve um segundo casamento com Carlos Franklin Araújo, com quem teve uma filha. Desde 2000, não está casada.
Serra interrompeu a sua formação acadêmica em função do exílio, que impediu que seguisse a carreira de Engenheiro. No entanto, no Chile, fez um mestrado em Economia e foi professor de matemática na CEPAL. Posteriormente, nos Estados Unidos, fez mais um mestrado e um doutorado na prestigiada Universidade de Cornell.Tem uma das mais sólidas formações na área no Brasil.
Dilma ingressou em 1967 na faculdade de Ciências Econômicas da UFMG. Ali participou da criação do sanguinário grupo COLINA, Comando de Libertação Nacional. Posteriormente, participou ativamente da fusão entre a COLINA e a VPR, Vanguarda Popular Revolucionária, quando surgiu a violenta VAR-P, Vanguarda Armada Revolucionária Palmares, responsável por dezenas de crimes contra civis e militares.
Serra permaneceu 10 anos longe do Brasil. Retornou em 1977, dois anos antes da Lei da Anistia, sendo um dos únicos que voltou sem nenhuma garantia de liberdade e ainda com os direitos políticos cassados.
Enquanto isso, Dilma estava na clandestinidade, participando de ações armadas, recebendo treinamento para guerrilha no exterior, ministrado por organizações comunistas internacionais. Aprendeu a usar o fuzil com maestria, especialmente na atividade de montá-lo e desmontá-lo no escuro. Foi presa em 1970, permanecendo nesta condição até 1973.
Em 1978, Serra iniciou a sua carreira política, que este ano completa 32 anos. Neste ano, teve sua candidatura a deputado impugnada, sob a alegação de que ainda estava com os direitos políticos suspensos. Foi admitido como professor de Economia na UNICAMP, onde ficou até 1984.
Em 1973, Dilma Rousseff retomou o curso de Economia na UFRGS, no Rio Grande do Sul, onde estava preso seu segundo marido, Carlos Araújo. Ingressou, junto com o marido, no PDT e recebeu um cargo de estagiária na Fundação de Economia e Estatística, em 1977. Em 1978, Dilma Rousseff começou a fazer o mestrado na UNICAMP e, depois, o doutorado. Durante anos, mentiu em seu currículo que tinha concluído os dois cursos quando, na verdade, mal cursou os créditos, que representa quando muito 10% de um título acadêmico strictu sensu.
Em 1983, Serra iniciou, efetivamente, a sua carreira como gestor, assumindo a Secretária de Planejamento do Estado de São Paulo.
Em 1985, Dilma assumiu a Secretaria Municipal da Fazenda, em Porto Alegre, no governo do pedetista Alceu Collares, com quem tem uma dívida de gratidão. Hoje Collares é conselheiro de Itaipu.
Em 1986, Serra foi eleito deputado constituinte, com a maior votação do estado de São Paulo. Foi o deputado que aprovou mais emendas no processo da Constituinte: apresentou 208 e aprovou 130, uma delas criando o Fundo de Amparo ao Trabalhador. Liderou toda a reformulação orçamentária e de planejamento do país, no período, que começaram a estruturar as finanças brasileiras, preparando-as para o futuro Plano Real.
Dilma saiu da Secretaria da Fazenda de Porto Alegre em 1988, sendo substituída pelo hoje blogueiro Políbio Braga, que afirma: "ela não deixou sequer um relatório, e a secretaria era um caos."
Serra foi um dos fundadores do PSDB, em 1988. Foi derrotado por Luiz Erundina, do PT, nas eleições para prefeito de São Paulo. Em 1990, foi reeleito deputado federal com a maior votação em São Paulo.
Em 1989, Dilma foi nomeada Diretora-Geral da Câmara de Vereadores de Porto Alegre, na cota do marido no PDT. Alguns meses depois foi demitida, pois não obedecia horários e faltava a todas as reuniões, segundo Valdir Fraga, o presidente da Casa, à época.
Em 1994, Serra foi um dos grandes apoiadores do Plano Real, mesmo com idéias própria que o indispuseram, por exemplo, com Ciro Gomes. Neste ano, foi eleito senador por São Paulo, com mais de seis milhões de votos. Em seguida, assumiu o Ministério do Planejamento.
Em 1995, voltou para a FEE, mas como funcionária, já que o PDT havia perdido a eleição. Ali editou uma revista de indicadores econômicos, enquanto tentava acertar o seu “doutorado” na UNICAMP.
Em 1998, José Serra assumiu o Ministério da Saúde, criando os genéricos e o Programa de Combate a AIDS. Criou a ANS e ANVISA. Foi considerado, internacionalmente, como uma referência mundial em gestão na área.
Em 1998, na cota do PDT, assume a Secretaria de Minas e Energia, no governo petista de Olívio Dutra, eleito governador gaúcho.Vendo que o partido de Brizola estava decadente, ingressou no PT.
Em 2002, Serra candidatou-se à Presidência, sendo derrotado por Luiz Inácio Lula da Silva.
Em 2002, Dilma foi nomeada ministra das Minas e Energia do governo Lula, puxando o tapete de Luiz Pinguelli Rosa, mestre em engenharia nuclear e doutor em física, que coordenava o grupo de transição.
Em 2004, Serra elegeu-se Prefeito de São Paulo.
Em junho de 2005, Dilma assumiu o lugar de José Dirceu, o chefe da sofisticada organização criminosa do mensalão, sendo saudada por ele como “companheira de armas e de lutas”, em memória aos tempos da guerrilha.
Em 2006, elegeu-se Governador de São Paulo, cargo que exerce até os dias de hoje. É o candidato natural da oposição à Presidência da República.
De lá para cá, vem sendo imposta por Lula como a candidata biônica do PT à presidência da república. No dia 20 de fevereiro de 2010, foi ungida, sem nunca ter conquistado um só cargo público pelo voto ou por concurso, a candidata da situação à sucessão de Lula.
quarta-feira, março 03, 2010
Politicando Humor....
Esquerda X Direita
Uma moça cursava o sexto ano da faculdade. Como é comum no meio universitário, ela estava convencida de que era de esquerda e estava a favor da distribuição da riqueza. Tinha vergonha de que o seu pai fosse empresário e de direita, portanto, contrário aos programas socialistas que davam benefícios aos que mais necessitavam e cobravam impostos mais altos dos que tinham mais dinheiro…
A maioria dos seus professores e alunos sempre defendia a tese de distribuição mais justa das riquezas do país.
Um dia, ela decidiu enfrentar o pai. Falou com ele sobre o materialismo histórico procurando mostrar que ele estava errado ao defender um sistema injusto como a direita pregava. Seu pai ouviu pacientemente (como só um pai consegue fazer), todos os argumentos da filha e no fim perguntou:
- Como você vai na faculdade ?
- Vou bem. Minha média de notas é 9, estudo muito, mas vale a pena. Meu futuro depende disso. Não tenho vida social, durmo pouco, mas vou em frente.
O pai prosseguiu:
- E aquela tua amiga a Verinha, como vai?
Ela respondeu:
- Mal. A sua média é 4, ela passa os dias no shopping e namora o dia todo. Pouco estuda e algumas vezes nem sequer vai às aulas. Com certeza, repetirá o semestre…
O pai, olhando nos olhos da filha, disse:
- Que tal se você sugerisse ao coordenador do curso para que sejam transferidos 3 pontos das suas notas para as da Vera? Com isso, vocês duas teriam uma média aceitável. Não seria um bom resultado para você, mas seria uma boa e democrática distribuição de notas para permitir a futura aprovação de vocês duas.
Ela indignada retrucou:
- Isso nunca! Trabalhei muito para conseguir essas notas, enquanto a Vera só busca o lado fácil da vida. Não acho justo que todo o trabalho que tive seja, simplesmente, dado assim a outra pessoa.
Seu pai, então, a abraçou, carinhosamente, dizendo:
- BEM-VINDA À DIREITA!
Agora vai trabalhar. Milhões de pessoas vivendo do fome-zero estão dependendo de você…
Uma moça cursava o sexto ano da faculdade. Como é comum no meio universitário, ela estava convencida de que era de esquerda e estava a favor da distribuição da riqueza. Tinha vergonha de que o seu pai fosse empresário e de direita, portanto, contrário aos programas socialistas que davam benefícios aos que mais necessitavam e cobravam impostos mais altos dos que tinham mais dinheiro…
A maioria dos seus professores e alunos sempre defendia a tese de distribuição mais justa das riquezas do país.
Um dia, ela decidiu enfrentar o pai. Falou com ele sobre o materialismo histórico procurando mostrar que ele estava errado ao defender um sistema injusto como a direita pregava. Seu pai ouviu pacientemente (como só um pai consegue fazer), todos os argumentos da filha e no fim perguntou:
- Como você vai na faculdade ?
- Vou bem. Minha média de notas é 9, estudo muito, mas vale a pena. Meu futuro depende disso. Não tenho vida social, durmo pouco, mas vou em frente.
O pai prosseguiu:
- E aquela tua amiga a Verinha, como vai?
Ela respondeu:
- Mal. A sua média é 4, ela passa os dias no shopping e namora o dia todo. Pouco estuda e algumas vezes nem sequer vai às aulas. Com certeza, repetirá o semestre…
O pai, olhando nos olhos da filha, disse:
- Que tal se você sugerisse ao coordenador do curso para que sejam transferidos 3 pontos das suas notas para as da Vera? Com isso, vocês duas teriam uma média aceitável. Não seria um bom resultado para você, mas seria uma boa e democrática distribuição de notas para permitir a futura aprovação de vocês duas.
Ela indignada retrucou:
- Isso nunca! Trabalhei muito para conseguir essas notas, enquanto a Vera só busca o lado fácil da vida. Não acho justo que todo o trabalho que tive seja, simplesmente, dado assim a outra pessoa.
Seu pai, então, a abraçou, carinhosamente, dizendo:
- BEM-VINDA À DIREITA!
Agora vai trabalhar. Milhões de pessoas vivendo do fome-zero estão dependendo de você…
terça-feira, fevereiro 23, 2010
Novo escândalo liga Telebrás e José Dirceu
Mais escândalo na área petista, desta vez envolvendo a antiga Telebrás. Um empresário comprou uma parte da empresa Eletronet, por apenas R$1,00 (hum real). Agora se realmente a Telebrás for gerir o sistema de 16 mil km de fibra ótica, esse "empresário" ficará com a fatia de R$200.000.000 (duzentos milhões no bolso). E quem ele chamou para se consultar sobre esses negócios? José Dirceu, o ex-ministro todo poderoso da Casa Civil da Presidência da República e advogado.
Campanha "Fora Dourado do BBB10"
Estou indignado com o que vem acontecendo no Reality Show do BBB10 . Mais especificamente com um cidadão de nome "Dourado".
Esse cidadão que diz claramente bater em mulher e sua falta total de educação, arrogancia e ódio não pode continuar no jogo!
Me divirto assistindo ao programa e tenho repúdio em saber que nosso povo apóia um cara como esse.
Venho aqui fazer uma campanha forte para tirá-lo do programa!
Tenho R$ 50.000,00 para distribuir com vocês caso consigamos tirar o Dourado nesta terça-feira!!!!
Isso mesmo, eu vou distribuir R$ 50.000,00 com todos os que mandarem email para foradouradobbb10@hotmail.com
Estou aceitando parcerias de qualquer pessoa para ajudar a aumentar o prêmio...interessados podem entrar em contato no email.
Dourado fora = 50.000 distribuido entre todos!!!
E ainda vou sortear mais R$ 2.000,00 entre os que ajudaram e mandaram email!!
Vamos juntos tirar esse câncer da televisão!
..
Links
Cartas para Bial
Esse cidadão que diz claramente bater em mulher e sua falta total de educação, arrogancia e ódio não pode continuar no jogo!
Me divirto assistindo ao programa e tenho repúdio em saber que nosso povo apóia um cara como esse.
Venho aqui fazer uma campanha forte para tirá-lo do programa!
Tenho R$ 50.000,00 para distribuir com vocês caso consigamos tirar o Dourado nesta terça-feira!!!!
Isso mesmo, eu vou distribuir R$ 50.000,00 com todos os que mandarem email para foradouradobbb10@hotmail.com
Estou aceitando parcerias de qualquer pessoa para ajudar a aumentar o prêmio...interessados podem entrar em contato no email.
Dourado fora = 50.000 distribuido entre todos!!!
E ainda vou sortear mais R$ 2.000,00 entre os que ajudaram e mandaram email!!
Vamos juntos tirar esse câncer da televisão!
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Cartas para Bial
quarta-feira, fevereiro 10, 2010
Carnaval... Marchinha
Deixa dá bom dia
Deixa eu dá paixão
Hoje é a alegria
Dou, não nego, não
Quando dou bom dia
Dou de coração
Pinto as minhas unhas
Viro um avião
Se o Conde D'Eu
O rei de Bagdá
Se os negros do Sudão
Por que não posso dá
E os enrustidos
Sempre dizem não, não que isso...
Se dão, dão bom dia
Ficam em depressão
Eu já dei um dia
Mas que confusão
Só não entenderam
O meu bom dia, não
domingo, janeiro 24, 2010
quarta-feira, janeiro 20, 2010
sexta-feira, janeiro 15, 2010
Coligação ampla pela governabilidade
Esse palanque no Rio de Janeiro é só o começo, aqui em SP o Kassab ganhou a prefeitura coligados com 11 partidos. No atual sistema eleitoral o voto não ser dividido em tantos. Se cada presidente de partido político tiver cabeça na matematica, verá que o melhor mesmo é se coligar e participar das eleições para deputados federais e estaduais tudo valendo horários e proporcionais. Por que depois de um candidato ter ganho a eleição para o executivo, terá que participar da base de sustentação. O sistema eleitoral no Brasil é um lixo, mas ninguem consegue mudar. Então vamos dá um jeitinho e fazer um voto coligação "Listão Geral de Base Governamental"
domingo, janeiro 03, 2010
Serra e Marina Silva 2010
Essa dupla vai dar o que falar em 2010, saiu na Folha de S.Paulo na coluna Painel sobre a possibilidade da chapa Serra/Marina.
Seria o que o lula disse: "Mais do mesmo, não dá". Então essa dupla, um cérebro administrador e uma heroína da Amazonia.
Seria o que o lula disse: "Mais do mesmo, não dá". Então essa dupla, um cérebro administrador e uma heroína da Amazonia.
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