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quarta-feira, abril 13, 2011

Um artigo brilhante de Fernando Henrique Cardoso... "Oposição"

Há muitos anos, na década de 1970, escrevi um artigo com o título acima no jornal Opinião, que pertencia à chamada imprensa “nanica”, mas era influente. Referia-me ao papel do MDB e das oposições não institucionais. Na época, me parecia ser necessário reforçar a frente única antiautoritária e eu conclamava as esquerdas não armadas, sobretudo as universitárias, a se unirem com um objetivo claro: apoiar a luta do MDB no Congresso e mobilizar a sociedade pela democracia.

Só dez anos depois a sociedade passou a atuar mais diretamente em favor dos objetivos pregados pela oposição, aos quais se somaram também palavras de ordem econômicas, como o fim do “arrocho” salarial.

No entretempo, vivia-se no embalo do crescimento econômico e da aceitação popular dos generais presidentes, sendo que o mais criticado pelas oposições, em função do aumento de práticas repressivas, o general Médici, foi o mais popular: 75% de aprovação.

Não obstante, não desanimávamos. Graças à persistência de algumas vozes, como a de Ulisses Guimarães, às inquietações sociais manifestadas pelas greves do final da década e ao aproveitamento pelos opositores de toda brecha que os atropelos do exercício do governo, ou as dificuldades da economia proporcionaram (como as crises do petróleo, o aumento da dívida externa e a inflação), as oposições não calavam. Em 1974, o MDB até alcançou expressiva vitória eleitoral em pleno regime autoritário.

Por que escrevo isso novamente, 35 anos depois?

Para recordar que cabe às oposições, como é óbvio e quase ridículo de escrever, se oporem ao governo. Mas para tal precisam afirmar posições, pois, se não falam em nome de alguma causa, alguma política e alguns valores, as vozes se perdem no burburinho das maledicências diárias sem chegar aos ouvidos do povo. Todas as vozes se confundem e não faltará quem diga – pois dizem mesmo sem ser certo – que todos, governo e oposição, são farinhas do mesmo saco, no fundo “políticos”. E o que se pode esperar dos políticos, pensa o povo, senão a busca de vantagens pessoais, quando não clientelismo e corrupção?

Diante do autoritarismo era mais fácil fincar estacas em um terreno político e alvejar o outro lado. Na situação presente, as dificuldades são maiores. Isso graças à convergência entre dois processos não totalmente independentes: o “triunfo do capitalismo” entre nós (sob sua forma global, diga-se) e a adesão progressiva – no começo envergonhada e por fim mais deslavada – do petismo lulista à nova ordem e a suas ideologias.

Se a estes processos somarmos o efeito dissolvente que o carisma de Lula produziu nas instituições, as oposições têm de se situar politicamente em um quadro complexo.

Complexidade crescente a partir dos primeiros passos do governo Dilma que, com estilo até agora contrastante com o do antecessor, pode envolver parte das classes médias. Estas, a despeito dos êxitos econômicos e da publicidade desbragada do governo anterior, mantiveram certa reserva diante de Lula. Esta reserva pode diminuir com relação ao governo atual se ele, seja por que razão for, comportar-se de maneira distinta do governo anterior.

É cedo para avaliar a consistência de mudanças no estilo de governar da presidente Dilma. Estamos no início do mandato e os sinais de novos rumos dados até agora são insuficientes para avaliar o percurso futuro.

É preciso refazer caminhos

Antes de especificar estes argumentos, esclareço que a maior complexidade para as oposições se firmarem no quadro atual – comparando com o que ocorreu no regime autoritário, e mesmo com o petismo durante meu governo, pois o PT mantinha uma retórica semianticapitalista – não diminui a importância de fincar a oposição no terreno político e dos valores, para que não se perca no oportunismo nem perca eficácia e sentido, aumentando o desânimo que leva à inação.

É preciso, portanto, refazer caminhos, a começar pelo reconhecimento da derrota: uma oposição que perde três disputas presidenciais não pode se acomodar com a falta de autocrítica e insistir em escusas que jogam a responsabilidade pelos fracassos no terreno “do outro”. Não estou, portanto, utilizando o que disse acima para justificar certa perplexidade das oposições, mas para situar melhor o campo no qual se devem mover.

Se as forças governistas foram capazes de mudar camaleonicamente a ponto de reivindicarem o terem construído a estabilidade financeira e a abertura da economia, formando os “campeões nacionais” – as empresas que se globalizam – isso se deu porque as oposições minimizaram a capacidade de contorcionismo do PT, que começou com a Carta aos Brasileiros de junho de 1994 e se desnudou quando Lula foi simultaneamente ao Fórum Social de Porto Alegre e a Davos.

Era o sinal de “adeus às armas”: socialismo só para enganar trouxas, nacional--desenvolvimentismo só como “etapa”. Uma tendência, contudo, não mudou, a do hegemonismo, ainda assim, aceitando aliados de cabresto.

Segmentos numerosos das oposições de hoje, mesmo no PSDB, aceitaram a modernização representada pelo governo FHC com dor de consciência, pois sentiam bater no coração as mensagens atrasadas do esquerdismo petista ou de sua leniência com o empreguismo estatal.

Não reivindicaram com força, por isso mesmo, os feitos da modernização econômica e do fortalecimento das instituições, fato muito bem exemplificado pela displicência em defender os êxitos da privatização ou as políticas saneadoras, ou de recusar com vigor a mentira repetida de que houve compra de votos pelo governo para a aprovação da emenda da reeleição, ou de denunciar atrasos institucionais, como a perda de autonomia e importância das agências reguladoras.

Da mesma maneira, só para dar mais alguns exemplos, o Proer e o Proes, graças aos quais o sistema financeiro se tornou mais sólido, foram solenemente ignorados, quando não estigmatizados. Os efeitos positivos da quebra dos monopólios, o do petróleo mais que qualquer outro, levando a Petrobras a competir e a atuar como empresa global e não como repartição pública, não foram reivindicados como êxitos do PSDB.

O estupendo sucesso da Vale, da Embraer ou das teles e da Rede Ferroviária sucumbiu no murmúrio maledicente de “privatarias” que não existiram. A política de valorização do salário mínimo, que se iniciou no governo Itamar Franco e se firmou no do PSDB, virou glória do petismo.

As políticas compensatórias iniciadas no governo do PSDB – as bolsas – que o próprio Lula acusava de serem esmolas e quase naufragaram no natimorto Fome Zero – voltaram a brilhar na boca de Lula, pai dos pobres, diante do silêncio da oposição e deslumbramento do país e… do mundo!

Não escrevo isso como lamúria, nem com a vã pretensão de imaginar que é hora de reivindicar feitos do governo peessedebista. Inês é morta, o passado… passou. Nem seria justo dizer que não houve nas oposições quem mencionasse com coragem muito do que fizemos e criticasse o lulismo.

As vozes dos setores mais vigorosos da oposição se estiolaram, entretanto, nos muros do Congresso e este perdeu força política e capacidade de ressonância. Os partidos se transformaram em clubes congressuais, abandonando as ruas; muitos parlamentares trocaram o exercício do poder no Congresso por um prato de lentilhas: a cada nova negociação para assegurar a “governabilidade”, mais vantagens recebem os congressistas e menos força político-transformadora tem o Congresso.

Na medida em que a maioria dos partidos e dos parlamentares foi entrando no jogo de fazer emendas ao orçamento (para beneficiar suas regiões, interesses – legítimos ou não – de entidades e, por fim, sua reeleição), o Congresso foi perdendo relevância e poder.

Consequentemente, as vozes parlamentares, em especial as de oposição, que são as que mais precisam da instituição parlamentar para que seu brado seja escutado, perderam ressonância na sociedade.

Com a aceitação sem protesto do “modo lulista de governar” por meio de medidas provisórias, para que serve o Congresso senão para chancelar decisões do Executivo e receber benesses? Principalmente, quando muitos congressistas estão dispostos a fazer o papel de maioria obediente a troco da liberação pelo Executivo das verbas de suas emendas, sem esquecer que alguns oposicionistas embarcam na mesma canoa.

Ironicamente, uma importante modificação institucional, a descentralização da ação executiva federal, estabelecida na Constituição de 1988 e consubstanciada desde os governos Itamar Franco e FHC, diluiu sua efetividade técnico--administrativa em uma pletora de recursos orçamentários “carimbados”, isto é, de orientação político-clientelista definida, acarretando sujeição ao Poder Central, ou, melhor, a quem o simboliza pessoalmente e ao partido hegemônico.

Neste sentido, diminuiu o papel político dos governadores, bastião do oposicionismo em estados importantes, pois a relação entre prefeituras e governo federal saltou os governos estaduais e passou a se dar mais diretamente com a presidência da República, por meio de uma secretaria especial colada ao gabinete presidencial.

Como, por outra parte, existe – ou existiu até a pouco – certa folga fiscal e a sociedade passa por período de intensa mobilidade social movida pelo dinamismo da economia internacional e pelas políticas de expansão do mercado interno que geram emprego, o desfazimento institucional produzido pelo lulismo e a difusão de práticas clientelísticas e corruptoras foram sendo absorvidos, diante da indiferença da sociedade.

Na época do mensalão, houve um início de desvendamento do novo Sistema (com S maiúsculo, como se escrevia para descrever o modelo político criado pelos governos militares).

Então, ainda havia indignação diante das denúncias que a mídia fazia e os partidos ecoavam no Parlamento. Pouco a pouco, embora a mídia continue a fazer denúncias, a própria opinião pública, isto é, os setores da opinião nacional que recebem informações, como que se anestesiou. Os cidadãos cansaram de ouvir tanto horror perante os céus sem que nada mude. Diante deste quadro, o que podem fazer as oposições?

Definir o público a ser alcançado

Em primeiro lugar, não manter ilusões: é pouco o que os partidos podem fazer para que a voz de seus parlamentares alcance a sociedade.

É preciso que as oposições se deem conta de que existe um público distinto do que se prende ao jogo político tradicional e ao que é mais atingido pelos mecanismos governamentais de difusão televisiva e midiática em geral.

As oposições se baseiam em partidos não propriamente mobilizadores de massas. A definição de qual é o outro público a ser alcançado pelas oposições e como fazer para chegar até ele e ampliar a audiência crítica é fundamental.

Enquanto o PSDB e seus aliados persistirem em disputar com o PT influência sobre os “movimentos sociais” ou o “povão”, isto é, sobre as massas carentes e pouco informadas, falarão sozinhos. Isto porque o governo “aparelhou”, cooptou com benesses e recursos as principais centrais sindicais e os movimentos organizados da sociedade civil e dispõe de mecanismos de concessão de benesses às massas carentes mais eficazes do que a palavra dos oposicionistas, além da influência que exerce na mídia com as verbas publicitárias.

Sendo assim, dirão os céticos, as oposições estão perdidas, pois não atingem a maioria. Só que a realidade não é bem essa. Existe toda uma gama de classes médias, de novas classes possuidoras (empresários de novo tipo e mais jovens), de profissionais das atividades contemporâneas ligadas à ti (tecnologia da informação) e ao entretenimento, aos novos serviços espalhados pelo Brasil afora, às quais se soma o que vem sendo chamado sem muita precisão de “classe c” ou de nova classe média.

Digo imprecisamente porque a definição de classe social não se limita às categorias de renda (a elas se somam educação, redes sociais de conexão, prestígio social, etc.), mas não para negar a extensão e a importância do fenômeno. Pois bem, a imensa maioria destes grupos – sem excluir as camadas de trabalhadores urbanos já integrados ao mercado capitalista – está ausente do jogo político-partidário, mas não desconectada das redes de internet, Facebook, YouTube, Twitter, etc.

É a estes que as oposições devem dirigir suas mensagens prioritariamente, sobretudo no período entre as eleições, quando os partidos falam para si mesmo, no Congresso e nos governos. Se houver ousadia, os partidos de oposição podem organizar-se pelos meios eletrônicos, dando vida não a diretórios burocráticos, mas a debates verdadeiros sobre os temas de interesse dessas camadas.

Mas não é só isso: as oposições precisam voltar às salas universitárias, às inúmeras redes de palestras e que se propagam pelo país afora e não devem, obviamente, desacreditar do papel da mídia tradicional: com toda a modernização tecnológica, sem a sanção derivada da confiabilidade, que só a tradição da grande mídia assegura, tampouco as mensagens, mesmo que difundidas, se transformam em marcas reconhecidas.

Além da persistência e ampliação destas práticas, é preciso buscar novas formas de atuação para que a oposição esteja presente, ou pelo menos para que entenda e repercuta o que ocorre na sociedade. Há inúmeras organizações de bairro, um sem-número de grupos musicais e culturais nas periferias das grandes cidades, etc., organizações voluntárias de solidariedade e de protesto, redes de consumidores, ativistas do meio ambiente, e por aí vai, que atuam por conta própria.

Dado o anacronismo das instituições político-partidárias, seria talvez pedir muito aos partidos que mergulhem na vida cotidiana e tenham ligações orgânicas com grupos que expressam as dificuldades e anseios do homem comum. Mas que pelo menos ouçam suas vozes e atuem em consonância com elas.

Não deve existir uma separação radical entre o mundo da política e a vida cotidiana, nem muito menos entre valores e interesses práticos.

No mundo interconectado de hoje, vê-se, por exemplo, o que ocorre com as revoluções no meio islâmico, movimentos protestatórios irrompem sem uma ligação formal com a política tradicional. Talvez as discussões sobre os meandros do poder não interessem ao povo no dia-a-dia tanto quanto os efeitos devastadores das enchentes ou o sufoco de um trânsito que não anda nas grandes cidades. Mas, de repente, se dá um “curto-circuito” e o que parecia não ser “política” se politiza. Não foi o que ocorreu nas eleições de 1974 ou na campanha das “diretas já”?

Nestes momentos, o pragmatismo de quem luta para sobreviver no dia-a-dia lidando com questões “concretas” se empolga com crenças e valores. O discurso, noutros termos, não pode ser apenas o institucional, tem de ser o do cotidiano, mas não desligado de valores. Obviamente em nosso caso, o de uma democracia, não estou pensando em movimentos contra a ordem política global, mas em aspirações que a própria sociedade gera e que os partidos precisam estar preparados para que, se não os tiverem suscitado por sua desconexão, possam senti-los e encaminhá-los na direção política desejada.

Seria erro fatal imaginar, por exemplo, que o discurso “moralista” é coisa de elite à moda da antiga UDN. A corrupção continua a ter o repúdio não só das classes médias como de boa parte da população. Na última campanha eleitoral, o momento de maior crescimento da candidatura Serra e de aproximação aos resultados obtidos pela candidata governista foi quando veio à tona o “episódio Erenice”.

Mas é preciso ter coragem de dar o nome aos bois e vincular a “falha moral” a seus resultados práticos, negativos para a população. Mais ainda: é preciso persistir, repetir a crítica, ao estilo do “beba Coca Cola” dos publicitários. Não se trata de dar-nos por satisfeitos, à moda de demonstrar um teorema e escrever “cqd”, como queríamos demonstrar.

Seres humanos não atuam por motivos meramente racionais. Sem a teatralização que leve à emoção, a crítica – moralista ou outra qualquer– cai no vazio. Sem Roberto Jefferson não teria havido mensalão como fato político.

Qual é a mensagem?

Por certo, os oposicionistas para serem ouvidos precisam ter o que dizer. Não basta criar um público, uma audiência e um estilo, o conteúdo da mensagem é fundamental. Qual é a mensagem? O maior equívoco das oposições, especialmente do PSDB, foi o de haver posto à margem as mensagens de modernização, deaggiornamento do País, e de clara defesa de uma sociedade democrática comprometida com causas universais, como os direitos humanos e a luta contra a opressão, mesmo quando esta vem mascarada de progressismo, apoiada em políticas de distribuição de rendas e de identificação das massas com o Chefe.

Nas modernas sociedades democráticas, por outro lado, o Estado tanto mantém funções na regulação da economia como em sua indução, podendo chegar a exercer papel como investidor direto. Mas o que caracteriza o Estado em uma sociedade de massas madura é sua ação democratizadora.

Os governos devem tornar claros, transparentes, e o quanto possível imunes à corrupção, os mecanismos econômicos que cria para apoiar o desenvolvimento da economia. Um Estado moderno será julgado por sua eficiência para ampliar o acesso à educação, à saúde e à previdência social, bem como pela qualidade da segurança que oferece às pessoas.Cabe às oposições serem a vanguarda nas lutas por estes objetivos.

Defender o papel crescente do Estado nas sociedades democráticas, inclusive em áreas produtivas, não é contraditório com a defesa da economia de mercado. Pelo contrário, é preciso que a oposição diga alto e bom som que os mecanismos de mercado, a competição, as regras jurídicas e a transparência das decisões são fundamentais para o Brasil se modernizar, crescer economicamente e se desenvolver como sociedade democrática.

Uma sociedade democrática amadurecida estará sempre comprometida com a defesa dos direitos humanos, com a ecologia e com o combate à miséria e às doenças, no país e em toda a parte. E compreende que a ação isolada do Estado, sem a participação da sociedade, inclusive dos setores produtivos privados, é insuficiente para gerar o bem-estar da população e oferecer bases sólidas para um desenvolvimento econômico sustentado.

Ao invés de se aferrarem a esses valores e políticas que lhes eram próprios como ideologia e como prática, as oposições abriram espaço para que o lulopetismo ocupasse a cena da modernização econômica e social. Só que eles têm os pés de barro: a cada instante proclamam que as privatizações “do PSDB” foram contra a economia do País, embora comecem a fazer descaradamente concessões de serviços públicos nas estradas e nos aeroportos, como se não estivessem fazendo na prática o mea-culpa.

Cabe às oposições não apenas desmascarar o cinismo, mas, sobretudo, cobrar o atraso do País: onde está a infraestrutura que ficou bloqueada em seus avanços pelo temor de apelar à participação da iniciativa privada nos portos, nos aeroportos, na geração de energia e assim por diante?

Quão caro já estamos pagando pela ineficiência de agências reguladoras entregues a sindicalistas “antiprivatizantes” ou a partidos clientelistas, como se tornou o PC d B, que além de vender benesses no ministério dos Esportes, embota a capacidade controladora da ANP, que deveria evitar que o monopólio voltasse por vias transversas e prejudicasse o futuro do País.

Oposição precisa vender o peixe

Dirão novamente os céticos que nada disso interessa diretamente ao povo. Ora, depende de como a oposição venda o peixe. Se tomarmos como alvo, por exemplo, o atraso nas obras necessárias para a realização da Copa e especializarmos três ou quatro parlamentares ou técnicos para martelar no dia-a-dia, nos discursos e na internet, o quanto não se avança nestas áreas por causa do burocratismo, do clientelismo, da corrupção ou simplesmente da viseira ideológica que impede a competição construtiva entre os setores privados e destes com os monopólios, e se mostrarmos à população como ela está sendo diretamente prejudicada pelo estilo petista de política, criticamos este estilo de governar, suscitamos o interesse popular e ao mesmo tempo oferecemos alternativas.

Na vida política tudo depende da capacidade de politizar o apelo e de dirigi-lo a quem possa ouvi-lo. Se gritarmos por todos os meios disponíveis que a dívida interna de R$ 1,69 trilhão (mostrando com exemplos ao que isto corresponde) é assustadora, que estamos pagando R$ 50 bilhões por ano para manter reservas elevadas em dólares, que pagamos a dívida (pequena) ao FMI sobre a qual incidiam juros moderados, trocando-a por dívidas em reais com juros enormes, se mostrarmos o quanto custa a cada contribuinte cada vez que o Tesouro transfere ao BNDES dinheiro que o governo não tem e por isso toma emprestado ao mercado pagando juros de 12% ao ano, para serem emprestados pelo BNDES a juros de 6% aos grandes empresários nacionais e estrangeiros, temos discurso para certas camadas da população.

Este discurso deve desvendar, ao mesmo tempo, o porquê do governo assim proceder: está criando um bloco de poder capitalista-burocrático que sufoca as empresas médias e pequenas e concentra renda.

Este tipo de política mostra descaso pelos interesses dos assalariados, dos pequenos produtores e profissionais liberais de tipo antigo e novo, setores que, em conjunto, custeiam as benesses concedidas ao grande capital com impostos que lhe são extraídos pelo governo.

O lulopetismo não está fortalecendo o capitalismo em uma sociedade democrática, mas sim o capitalismo monopolista e burocrático que fortalece privilégios e corporativismos.

Com argumentos muito mais fracos o petismo acusou o governo do PSDB quando, em fase de indispensável ajuste econômico, aumentou a dívida interna (ou, melhor, reconheceu os “esqueletos” compostos por dívidas passadas) e usou recursos da privatização – todos contabilizados – para reduzir seu crescimento. A dívida pública consolidada do governo lulista foi muito maior do que a herdada por este do governo passado e, no entanto, a opinião pública não tomou conhecimento do fato.

As oposições não foram capazes de politizar a questão. E o que está acontecendo agora quando o governo discute substituir o fator previdenciário, recurso de que o governo do PSDB lançou mão para mitigar os efeitos da derrota sofrida para estabelecer uma idade mínima de aposentadoria? Propondo a troca do fator previdenciário pela definição de… uma idade mínima de aposentadoria.

Petistas camaleões

Se os governistas são camaleões (ou, melhor, os petistas, pois boa parte dos governistas nem isso são: votavam com o governo no passado e continuam a votar hoje, como votarão amanhã, em vez de saudá-los porque se aproximam da racionalidade ou de votarmos contra esta mesma racionalidade, negando nossas crenças de ontem, devemos manter a coerência e denunciar as falsidades ideológicas e o estilo de política de mistificação dos fatos, tantas vezes sustentado pelo petismo.

São inumeráveis os exemplos sobre como manter princípios e atuar como uma oposição coerente. Mesmo na questão dos impostos, quando o PSDB e o DEM junto com o PPS ajudaram a derrubar a CPMF, mostraram que, coerentes, dispensaram aquele imposto porque ele já não era mais necessário, como ficou demonstrado pelo contínuo aumento da receita depois de sua supressão.

É preciso continuar a fazer oposição à continuidade do aumento de impostos para custear a máquina público-partidária e o capitalismo burocrático dos novos dinossauros. É possível mostrar o quanto pesa no bolso do povo cada despesa feita para custear a máquina público-partidária e manter o capitalismo burocrático dos novos dinossauros. E para ser coerente, a oposição deve lutar desde já pela redução drástica do número de cargos em comissão, nomeados discricionariamente, bem como pelo estabelecimento de um número máximo de ministérios e secretarias especiais, para conter a fúria de apadrinhamento e de conchavos partidários à custa do povo.

Em suma: não há oposição sem “lado”. Mais do que ser de um partido, é preciso “tomar partido”.

É isso que a sociedade civil faz nas mais distintas matérias. O que o PSDB pensa sobre liberdade e pluralidade religiosa? Como manter a independência do Estado laico e, ao mesmo tempo, prestigiar e respeitar as religiões que formam redes de coesão social, essenciais para a vida em sociedade? O que pensa o partido sobre o combate às drogas? É preciso ser claro e sincero: todas as drogas causam danos, embora de alcance diferente. Adianta botar na cadeia os drogados?

Sinceridade comove a população

Há casos nos quais a regulação vale mais que a proibição: veja-se o tabaco e o álcool, ambos extremadamente daninhos. São não apenas regulados em sua venda e uso (por exemplo, é proibido fumar em locais fechados ou beber depois de uma festa e guiar automóveis) como estigmatizados por campanhas publicitárias, pela ação de governos e das famílias.

Não seria o caso de fazer a mesma coisa com a maconha, embora não com as demais drogas muito mais danosas, e concentrar o fogo policial no combate aos traficantes das drogas pesadas e de armas? Se disso ainda não estivermos convencidos, pelo menos não fujamos à discussão, que já corre solta na sociedade. Sejamos sinceros: é a sinceridade que comove a população e não a hipocrisia que pretende não ver o óbvio.

Se a regra é ser sincero, por que temer ir fundo e avaliar o que nós próprios fizemos no passado, acreditando estar certos, e que continua sendo feito, mas que requer uma revisão?

Tome-se o exemplo da reforma agrária e dos programas de incentivo à economia familiar.

Fomos nós do PSDB que recriamos o Ministério da Reforma Agrária e, pela primeira vez, criamos um mecanismo de financiamento da agricultura familiar, o Pronaf. Nenhum governo fez mais em matéria de acesso à terra do que o do PSDB quando a pasta da Reforma era dirigida por um membro do PPS.

Não terá chegado a hora de avaliar os resultados? O Pronaf não estará se transformando em mecanismo de perpétua renovação de dívidas, como os grandes agricultores faziam no passado com suas dívidas no Banco do Brasil? Qual é o balanço dos resultados da reforma agrária? E as acusações de “aparelhamento” da burocracia pelo PT e pelo MST são de fato verdadeiras?

Sem que a oposição afirme precipitadamente que tudo isso vai mal – o que pode não ser correto – não pode temer buscar a verdade dos fatos, avaliar, julgar e criticar para corrigir.

Existe matéria em abundância para manter os princípios e para ir fundo nas críticas sem temer a acusação injusta de que se está defendendo “a elite”. Mas política não é tese universitária. É preciso estabelecer uma agenda. Geralmente esta é dada pelo governo. Ainda assim, usemo-la para concentrar esforços e dar foco, repetição e persistência à ação oposicionista.

Tomemos um exemplo, o da reforma política, tema que o governo afirma estar disposto a discutir. Pois bem, o PSDB tem posição firmada na matéria: é favorável ao voto distrital (misto ou puro, ainda é questão indefinida). Se é assim, por que não recusar de plano a proposta da “lista fechada”, que reforça a burocracia partidária, não diminui o personalismo (ou alguém duvida que se pedirão votos para a lista “do Lula”?) e separa mais ainda o eleitor dos representantes?

Compromisso com o voto digital

Não é preciso afincar uma posição de intransigência: mantenhamos o compromisso com o voto distrital, façamos a pregação.

Se não dispusermos de forças para que nossa tese ganhe, aceitemos apenas os melhoramentos óbvios no sistema atual: cláusula de desempenho (ou de barreira), proibição de coligações nas eleições proporcionais e regras de fidelidade partidária, ainda que para algumas destas medidas seja necessário mudança constitucional.

Deixemos para outra oportunidade a discussão sobre financiamento público das campanhas, pois sem a distritalização o custo para o contribuinte será enorme e não se impedirá o financiamento em “caixa preta” nem o abuso do poder econômico. Mas denunciemos o quanto de antidemocrático existe no voto em listas fechadas.

Em suma: não será esta uma boa agenda para a oposição firmar identidade, contrapor-se à tendência petista de tudo burocratizar e, ao mesmo tempo, não se encerrar em um puro negativismo aceitando modificações sensatas?

Por fim, retomando o que disse acima sobre o “triunfo do capitalismo”. O governo do PT e o próprio partido embarcaram, sem dizer, na adoração do bezerro de ouro. Mas, marcados pelos cacoetes do passado, não perceberam que o novo na fase contemporânea do capitalismo não é apenas a acumulação e o crescimento da economia.

Os grandes temas que se estão desenhando são outros e têm a ver com o interesse coletivo: como expandir a economia sem destroçar o meio ambiente, como assegurar direitos aos destituídos deles, não só pela obreza, mas pelas injustiças (desigualdades de gênero, de raça, de acesso à cultura)? Persistem preocupações antigas: como preservar a Paz em um mundo no qual há quem disponha da bomba nuclear?

A luta pela desnuclearização tem a ver com o sentido de um capitalismo cuja forma “selvagem” a sociedade democrática não aceita mais.

Esta nova postura é óbvia no caso da ecologia, pois o natural egoísmo dos Estados, na formulação clássica, se choca com a tese primeira, a da perpetuação da vida humana. O terror atômico e o aquecimento global põem por terra visões fincadas no terreno do nacional-estatismo arcaico.

Há um nacionalismo de novo tipo, democrático, aberto aos desafios do mundo e integrado nele, mas alerta aos interesses nacionais e populares. Convém redefinir, portanto, a noção do interesse nacional, mantendo-o persistente e alerta no que é próprio aos interesses do País, mas compatibilizando-o com os interesses da humanidade.

Estas formulações podem parecer abstratas, embora se traduzam no dia-a-dia: no Brasil, ninguém discute sobre qual o melhor modo de nossa presença no mundo: será pelo velho caminho armamentista, nuclearizando-nos, ou nossas imensas vantagens comparativas em outras áreas, entre elas as do chamado soft power, podem primar?

Por exemplo, nossa “plasticidade cultural mestiça”, a aceitação das diferenças raciais – sem que se neguem e combatam as desigualdades e preconceitos ainda existentes – não são um ganho em um mundo multipolar e multicultural? E a disponibilidade de uma matriz energética limpa, sem exageros de muitas usinas atômicas (sempre perigosas), bem como os avanços na tecnologia do etanol, não nos dão vantagens?

Por que não discutir, a partir daí, o ritmo em que exploraremos o pré-sal e as obscuras razões para a “estatização do risco e divisão do lucro” entre a Petrobras e as multinacionais por meio do sistema de partilha? São questões que não exploramos devidamente, ou cujas decisões estão longe de ser claramente compatíveis com o interesse nacional de longo prazo.

Falta de estratégia

Na verdade, falta-nos estratégia. Estratégia não é plano de ação: é o peso relativo que se dá às questões desafiadoras do futuro somado à definição de como as abordaremos. Que faremos neste novo mundo para competir com a China, com os Estados Unidos ou com quem mais seja? Como jogar com nossos recursos naturais (petróleo à frente) como fator de sucesso e poder sem sermos amanhã surpreendidos pelo predomínio de outras fontes de energia? E, acima de tudo, como transformar em políticas o anseio por uma “revolução educacional” que dê lugar à criatividade, à invenção e aos avanços das tecnologias do futuro?

A China, ao que parece, aprendeu as lições da última crise e está apostando na inovação, preparando-se para substituir as fontes tradicionais de energia, sobretudo o petróleo, de que não dispõe em quantidade suficiente para seu consumo crescente. E os próprios Estados Unidos, embora atônitos com os erros acumulados desde a gestão Bush, parecem capazes de continuar inovando, se conseguirem sair depressa da crise financeira que os engolfou.

De tudo isso o PT e seus governos falam, mas em ziguezague. As amarras a uma visão oposta, vinda de seu passado recente, os inibem para avançar mais. Não é hora das oposições serem mais afirmativas? E se por acaso, como insinuei no início deste artigo, houver divisões no próprio campo do petismo por causa da visão canhestra de muitos setores que apoiam o governo e de suas necessidades práticas o levarem a direções menos dogmáticas?

Neste caso, embora seja cedo para especular, terá a oposição inteireza e capacidade política para aproveitar as circunstâncias e acelerar a desagregação do antigo e apostar no novo, no fortalecimento de uma sociedade mais madura e democrática?

Engana-se quem pensar que basta manter a economia crescendo e oferecer ao povo a imagem de uma sociedade com mobilidade social.

Esta, ao ocorrer, aumenta as demandas tanto em termos práticos, de salários e condições de vida, como culturais. Em um mundo interconectado pelos modernos meios de comunicação o cidadão comum deseja saber mais, participar mais e avaliar por si se de fato as diferenças econômicas e sociais estão diminuindo.

Sem, entretanto, uma oposição que se oponha ao triunfalismo lulista, que coroa a alienação capitalista, desmistificando tudo o que seja mera justificativa publicitária do poder e chamando a atenção para os valores fundamentais da vida em uma sociedade democrática, só ocorrerão mudanças nas piores condições: quando a fagulha de alguma insatisfação produzir um curto-circuito. Mesmo este adiantará pouco se não houver à disposição uma alternativa viável de poder, um caminho preparado por lideranças nas quais a população confie.

No mundo contemporâneo este caminho não se constrói apenas por partidos políticos, nem se limita ao jogo institucional. Ele brota também da sociedade, de seus blogs, twitters, redes sociais, da mídia, das organizações da sociedade civil, enfim, é um processo coletivo. Não existe apenas uma oposição, a da arena institucional; existem vários focos de oposição, nas várias dimensões da sociedade.

Reitero: se as oposições institucionais não forem capazes de se ligar mais diretamente aos movimentos da vida, que pelo menos os ouçam e não tenham a pretensão de imaginar que pelo jogo congressual isolado alcançarão resultados significativos.

Os vários focos de insatisfação social, por sua vez, também podem se perder em demandas específicas a serem atendidas fragmentariamente pelo governo se não encontrarem canais institucionais que expressem sua vontade maior de transformação.

As oposições políticas, por fim, se nada ou pouco tiverem a ver com as múltiplas demandas do cotidiano, como acumularão forças para ganhar a sociedade?

Fernando Henrique Cardoso, sociólogo, foi presidente da República (1995-2003) e é presidente de honra do PSDB

sexta-feira, abril 08, 2011

Singapura é o próprio cenário ideológico da Oceania do livro 1984...

Pelo que assistir no Programa Globo Reporter da Rede Globo, a cidade/estado Singapura é uma realidade parecida e descrita pelo livro 1984 de George Orwell, só com uma diferença muito grande, Singapura é rica de mais, e cheia de regras, proibições e partido quase único, só ganha. A oposição nunca ganha.
Mas a Cidade/Estado pelo que foi visto é muito bonita e elegante.

Fernando Henrique Cardoso vai comemorar 80 anos em junho...

O PSDB vai organizar um evento internacional para comemorar os 80 anos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

Serão convidados amigos e ex-líderes políticos com os quais FHC conviveu em seus dois mandatos na Presidência, como o sociólogo Alain Touraine e o ex-presidente dos EUA Bill Clinton.

O ex-presidente faz 80 anos em junho.

Junto com a festa deverá ser realizada uma conferência, com a pauta eterna dos tucanos desde que deixaram o poder: tentar achar um discurso para voltar a ter chances de retomar a Presidência.

A festa de aniversário faz parte da tentativa de resgate do legado de FHC por parte do PSDB. Depois de omitir a defesa do ex-presidente nas campanhas de 2002 e 2006, o PSDB esboçou uma defesa ainda tímida em 2010.

Agora, além de ter os 80 anos celebrados, FHC deve assumir a presidência do novo conselho político, órgão que vai ser criado para tentar conter a disputa entre José Serra e Aécio Neves.

Sandro e Rangel mulher bate e volta

quarta-feira, abril 06, 2011

Comissão aprova candidatura avulsa para prefeitos e vereadores

Proposta fará parte de anteprojeto do Senado sobre a reforma política.
Senadores mantiveram a regra em vigor sobre a fidelidade partidária.


A Comissão de Reforma Política do Senado aprovou nesta quarta-feira (6) a possibilidade de que candidatos sem filiação partidária possam disputar eleições para os cargos de prefeito e vereadores.
A proposta de candidaturas avulsas para as eleições municipais fará agora parte do anteprojeto da reforma política, que vai agregar todas as deliberações da comissão especial e passará por votação no plenário do Senado.
De acordo com a proposta aprovada, para que uma candidatura avulsa tenha andamento na Justiça Eleitoral, o candidato deve ter a assinatura de pelo menos 10% dos eleitores do município.
A comissão também decidiu manter as regras de filiação partidária e domicílio eleitoral. Atualmente, o candidato, para concorrer, deve morar na localidade que pretende representar e estar filiado ao partido pelo menos um ano antes do pleito.
Também ficou decidido durante a reunião da comissão especial que será mantido o entendimento do Supremo Tribunal Federa (STF) sobre a cláusula de barreira, segundo a qual, para ter direito a receber recursos do fundo partidário, as legendas devem ter no mínimo três representantes de diferentes estados na Câmara dos Deputados.
Os senadores também mantiveram a regra em vigor sobre a fidelidade partidária. O político eleito que mudar de partido durante o mandato corre o risco de perder o cargo, a não ser no caso de incorporação, fusão ou criação de novo partido, desvio do programa partidário ou perseguição.
Fim da comissão
A comissão deve encerrar suas atividades nesta quinta-feira (7), com discussão sobre referendo sobre o sistema eleitoral (lista fechada, voto distrital misto ou puramente distrital) e a criação de cotas para mulheres nas listas de candidatos dos partidos.
Todas as deliberações da comissão serão encaminhadas para o presidente do Senado, José Sarney, que determinará que as propostas aprovadas virem projetos de lei ou propostas de emenda à Constituição.

A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) da Casa analisará a constitucionalidade dos projetos antes de remetê-los para votação no plenário.

fonte G1.com

Aécio Neves: 'não terei tolerância diante dos erros do governo'

Aécio Neves: 'não terei tolerância diante dos erros do governo'

Aécio levanta a voz da oposição...

Autor(es): Baptista Chagas de Almeida
Correio Braziliense - 06/04/2011

Senador mineiro vai hoje à tribuna fazer um duro discurso contra o PT e sairá em defesa das medidas tomadas no governo tucano de FHC

“Sempre que precisou fazer uma opção entre o país e o partido, o PT ficou com o PT”. É assim, armado até os dentes, que o senador Aécio Neves (PSDB-MG) sobe hoje à tribuna para fazer um discurso que é não voltado para dentro do Congresso, mas para fora, para os eleitores sentirem que há espaço para a oposição. Por isso, será duro. O senador estreia na tribuna como líder da oposição, mas não pretende assumir o papel de fazer ofensas e ataques pessoais, tanto que vai reconhecer que o Brasil é hoje melhor do que era. Só que os pilares para esta situação foram plantados desde o governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB).

Aécio vai buscar na história recente da redemocratização brasileira os argumentos para sua tese principal. Lembrará que nos momentos mais decisivos, o PT esteve contra. Vai citar as expulsões dos então deputados petistas Bete Mendes e Ayrton Soares, porque votaram a favor da vitoriosa candidatura de Tancredo Neves no colégio eleitoral, que pôs fim ao ciclo do regime militar. Vai destacar que o fato se repetiu em outro momento delicado para o país, no impeachment do ex-presidente e do hoje senador Fernando Collor de Mello (PTB-AL).

Na época, a hoje deputada Luíza Erundina (PSB-SP) foi expulsa porque aceitou ser ministra de Itamar Franco, quando ele assumiu a Presidência da República. Além dos fatos políticos, o senador mineiro pretende citar outras ocasiões em que o PT preferiu jogar no time do “quanto pior, melhor”, porque já tinha lançada a candidatura de Lula à Presidência da República. Um dos exemplos é o lançamento do Plano Real, que os petistas condenaram com veemência.

Os outros são o combate à modernização da economia, as manifestações contra as privatizações, as críticas ao Proer, que, na avaliação dos tucanos, evitou uma quebradeira de bancos. E vai lembrar que Dilma Rousseff está no nono ano de mandato do PT no Palácio do Planalto e que não tem mais como alegar que é obrigada a administrar uma “herança maldita”. Pelo menos, lembra Aécio, ela não é tucana.

Contradições
Depois de passear pela história radical do PT na oposição, o senador vai destacar as contradições do partido no exercício do poder. Vai mirar a metralhadora giratória no comportamento do partido nas eleições do ano passado, quando pintaram um quadro cor de rosa para a economia brasileira. Destacará o risco da inflação sair do controle, tanto que o Banco Central já subiu as taxas de juros, e vai bater firme no risco de a indústria nacional perder competitividade.

Os gargalos para o desenvolvimento nacional são objeto da abordagem de Aécio. Ele diz que o Brasil está no fim da fila neste aspecto entre 20 outros países de perfil semelhante. Citará, por exemplo, que a energia é alvo de mais de 10 taxas e impostos, que o saneamento passa longe de boa parte dos municípios brasileiros. Além da falta de infraestrutura, vai bater forte na questão tributária, que tira a competitividade das empresas nacionais.

Com números fortes, o senador vai encerrar a sua estreia, digamos assim, na tribuna do Senado com uma agenda propositiva. Destacará que estados e municípios tinham, no fim de 2002, antes da posse de Lula na Presidência da República, 27% do bolo tributário. Hoje, a participação está reduzida a 19,4%. Aécio apresentará proposta para criar um gatilho em que, todas as vezes em que o governo federal isentar IPI e Imposto de Renda, terá que compensar estados e municípios com outros tributos.

Senador Aloysio Nunes Ferreira se absteve ao voto distrital...

Incumbiu-me o Senador Aloysio Nunes Ferreira de agradecer seu e-mail, e informa-lo que na sua opinião o melhor sistema é o distrital, puro, pois aproxima o parlamentar do candidato e das demandas dos eleitores, por isso se absteve nesta primeira votação.

Não havendo possibilidade de se aplicar o distrital puro, como é o caso agora, aceita a adoção do distrital misto, pois além de garantir a vantagem descrita acima, possibilita o fortalecimento dos partidos, que é base da democracia que vivemos.

segunda-feira, abril 04, 2011

Esclarecendo os prazos da Linha 6 Laranja do Metrô Freguesia...

EM BREVE, INFORMAÇÕES VERDADEIRAS SOBRE O ASSUNTO NESTE BLOG E NA IMPRENSA SÉRIA DO BAIRRO.em que seguir um cronograma, já que termina a Linha 4 e inicia a Linha 5 agora.

Por causa destes fatos absurdos e dada às informações desencontras publicadas na imprensa em geral sobre os prazos para a construção da Linha 6 – Laranja (entre a Estação São Joaquim e a Vila Brasilândia) a Secretaria de Transportes Metropolitanos, a pedido do vereador Claudinho e do deputado Celino, irá realizar uma reunião destes com o secretário Jurandir Fernandes, em meados de abril para esclarecer os prazos da construção.

EM BREVE, INFORMAÇÕES VERDADEIRAS SOBRE O ASSUNTO NESTE BLOG E NA IMPRENSA SÉRIA DO BAIRRO

sexta-feira, abril 01, 2011

Manifesto pelo Voto Distrital – #EuVotoDistrital

Manifesto pelo Voto Distrital – #EuVotoDistrital


A essência de um regime de liberdades públicas está na representação popular. Numa democracia, os Três Poderes da República nascem da manifesta vontade do povo, mas é o Legislativo que simboliza a efetiva participação dos cidadãos nos destinos da nação. É o Congresso que, quando independente e ciente de suas responsabilidades, colabora para o fortalecimento das instituições democráticas.
Só as democracias podem exercer a devida autocrítica, aprimorando seus mecanismos de representação, buscando mais eficiência nos sistemas de tomada de decisão, deixando florescer os espaços para o contraditório, para o debate, para as ideias, para a pluralidade e para a diversidade. O Congresso brasileiro tem prestado relevantes serviços à sociedade, mas precisa buscar o aprimoramento da representação, de modo que espelhe com maior fidelidade a vontade do povo.
Sair às ruas e conversar com as pessoas é sentir a indignação pulsando contra uma política que já não representa como deveria, da qual pouquíssimos ousam se orgulhar. Política que sistematicamente vem legando ao segundo plano o compromisso com a legitimidade do sistema democrático. Política que, simplesmente, deixou de prestar contas de suas ações e distanciou-se da sociedade, definitivamente. O Poder Legislativo tem hoje como referência muito mais o governo do que os eleitores.
O atual modelo de representação, baseado na proporcionalidade, teve seus méritos e contribuiu para o progresso do país, mas se tornou, infelizmente, fonte de graves problemas para o próprio Poder Legislativo, contribuindo para o descrédito da instituição. Não podemos manter um sistema de representação que acaba conduzindo à Câmara dos Deputados parlamentares ignorados ou repudiados pelos próprios eleitores, que obtêm assento no Poder Legislativo com a ajuda de “puxadores de votos”, pinçados, muitas vezes, no mundo das celebridades. O voto distrital, ademais, baratearia enormemente o custo das campanhas eleitorais, processo que, por si mesmo, contribuiria para diminuir o financiamento ilegal de candidaturas.
Defendemos o voto distrital. Acreditamos que o eleitor tem de manter vivo na memória o seu voto, o que certamente acontecerá quando um parlamentar representar o seu “distrito”. Esse voto, condicionado também pela geografia, traz o benefício adicional de evitar que a Câmara dos Deputados se limite a uma Casa de representação de lobbies. O Congresso não pode ser uma reunião de meras corporações a serviço de interesses setoriais. Justamente porque queremos um eleitor mais próximo do eleito de seu distrito, repudiamos ainda o chamado “voto em lista fechada”, proposta que fortaleceria unicamente as burocracias partidárias, permitindo a eleição de parlamentares sem rosto.
O voto distrital, ao dar poder ao eleitor para fiscalizar e cobrar o desempenho de seus representantes, contribuirá para melhorar o Poder Legislativo, o que elevará a qualidade da nossa democracia. Abracemos essa ideia e façamos chegar a nossa vontade ao Poder Legislativo, que, em boa hora, mostra-se disposto a fazer a reforma política.
Que os deputados, tornados quase anônimos logo depois das eleições, assumam um rosto: o rosto do povo brasileiro!

quinta-feira, março 31, 2011

O Planeta Terra é assim... torta

O Planeta Terra é assim... torta





O satélite GOCE, da ESA, agência espacial europeia, mapeou a gravidade da Terra com detalhamento sem precedentes. Agora, os cientistas têm acesso a um modelo geoide (forma verdadeira da Terra, que não é esférica, mas sim achatada nos polos) mais preciso para que se entenda como o planeta funciona.

A imagem mostra a superfície ideal do oceano, na ausência de marés e correntes marítimas, moldada pela gravidade. Ela serve como referência para medir a movimentação dos oceanos, a mudança no nível do mar e a dinâmica do gelo – e como tudo isso é afetado pelas mudanças climáticas.

- [...] Estou particularmente animado com os primeiros resultados oceanográficos. Eles mostram que o [satélite] GOCE nos fornece a topografia dinâmica e os padrões de circulação nos oceanos com qualidade e resolução sem precedentes. Estou confiante que esses resultados vão nos ajudar a melhorar a compreensão da dinâmica dos oceanos no mundo.

Especialistas estão discutindo o uso do satélite para conseguir avanços no estudo dos oceanos e do clima e melhorar o entendimento sobre a estrutura interna da Terra.

Uma das opções é analisar os dados fornecidos pelo satélite para conhecer com mais profundidade os processos que causam terremotos, como o que atingiu o Japão recentemente.

Como esse terremoto foi causado pelo movimento das placas tectônicas abaixo do nível do oceano, essa ação das placas não consegue ser detectada do espaço, mas os terremotos deixam marcas na gravidade do planeta que poderiam ser usadas para entender os processos causadores desse tipo de catástrofe e, finalmente, ajudar a prevê-la.

Lançado em 2009, o satélite GOCE já recolheu dados sobre a gravidade terrestre por um ano.

2011 ano Moneybags...

Este ano vamos experimentar quatro datas incomuns ....
1/1/11, 1/11/11, 11/1/11, 11/11/11 e Tem mais!!!
Pegue os últimos 2 dígitos do ano em que você nasceu mais a
idade que você vai ter este ano e a sua soma será igual a
111 para todos!
Por exemplo: o Johnatan nasceu em 1981 è 81 + 30 = 111
ALGUEM EXPLICA O QUE É ISSO ????
É o Ano do dinheiro!!!
Este ano outubro terá 5 domingos, 5 segunda feira e 5 sábados.
Isto acontece uma vez a cada 823 anos.
Estes anos são conhecidos como 'moneybags'.
Passe para 8 boas pessoas e o dinheiro aparece em 4 dias,
baseado no feng-shui chinês.
Quem parar não recebe; é um mistério...
Bom, não custa tentar....

quarta-feira, março 30, 2011

Alckmin lança Serra candidato a prefeito em 2012...

Alckmin lança Serra à prefeitura em 2012 - Valor Econômico - 30/03/2011

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, disse ontem que o ex-governador José Serra "é o melhor nome" para a disputa pela Prefeitura da capital no ano que vem.

Embora Alckmin já tenha discutido a hipótese entre aliados, essa foi a primeira vez que o governador explicitou sua preferência. Serra resiste à ideia.

"O Serra é o candidato mais expressivo, mais preparado, o melhor nome, com força para a eleição", disse Alckmin, ressalvando que "não é para discutirmos isso agora".

Apesar da pressão interna, Serra rechaça a hipótese de concorrer à prefeitura.

Entre aliados de Alckmin, o nome de Serra é apontado como único capaz de preservar a aliança do PSDB com o prefeito Gilberto Kassab (PSD). Recém-saído do DEM para fundação do novo partido, Kassab repete que só não enfrentaria Serra nas urnas.

Alckmin declarou sua simpatia pela candidatura de Serra, enquanto esperava o ex-governador para que deixassem Brasília com destino a São Paulo. Serra e Alckmin viajaram juntos para Brasília, onde participaram da cerimônia em celebração aos dez anos da morte do ex-governador Mário Covas.

Além da candidatura de Serra, Alckmin defendeu ontem a criação de um conselho político no PSDB comandado por Serra.

A idéia seria nomear Serra para a presidência do conselho, garantindo a reeleição do deputado Sérgio Guerra (PE), enfraquecido, para a presidência do partido.

A articulação conta, segundo tucanos, com o apoio do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

segunda-feira, março 28, 2011

Politicando Humor....Se o mundo acaba em 2012...

Se o mundo vai acabar em 2012, porque os bancos continua financiando em 36 parcelas...
vou torrar tudo.

Linha 6 Laranja do Metrô começa ser construída neste ano...

Alckmin também afirmou que Linha 6 do Metrô está em processo de confecção do projeto, e que sua pré-qualificação deve ser feita no mês de maio. As obras devem ser iniciadas ainda este ano, assim como as da Linha 17.

domingo, março 27, 2011

Politicando Humor....Mais do Chefe....

Nada como raciocinar rapidamente. ....

Um belo dia, um funcionário estava viajando e recebeu um e-mail de seu

gerente, no qual estava escrito: PORRA.

No dia seguinte, o funcionário respondeu o e-mail: FODA-SE.

Retornando ao escritório central, foi imediatamente chamado pelo gerente, que lhe disse:

- Você não tinha o direito de me responder daquele jeito! O meu telegrama era simplificado e o significado de PORRA é: 'Por Obséquio Remeter o Relatório Atrasado'.

O funcionário argumentou:

- Sei de tudo isso e foi exatamente dentro desse espírito que lhe respondi FODA-SE, que significa: 'Foi Ontem Despachado, Amanhã Será Entregue'.

Foi promovido, claro...
Vai ter raciocínio rápido assim lá na PQP (Produção, Qualidade e Planejamento) .

sexta-feira, março 25, 2011

A Viação TUSA sua história na Freguesia/Brasilândia..






A HISTÓRIA DA TUSA COM A VILA BRASILÂNDIA parte 2
Isso “oficializou” de certa maneira a periferização da cidade e um centro mais refinado, porém mais excludente. A população de baixa renda, que já tinha poucas condições de ter uma moradia considerada digna no centro da cidade, o que justificava o crescimento de bairros afastados pro conta da especulação imobiliária, com a remodelação da área central, empurrava o restante dos moradores de baixa renda para a periferia.
A Empresa Brasilândia de Terrenos e Construções foi ágil. Além de lotear rapidamente o bairro, focava seus negócios no público de baixa renda, carente de moradia mais barata e com facilidade de condições de pagamento. A classe média, embora não denominada assim nesta época, dificilmente iria para lugares mais afastados, cenário diferente de hoje, quando áreas como a zona Sul e Alphaville, e Barueri, atraem esse público.
Assim, como as empresas de ônibus, as companhias imobiliárias miravam o público certo no momento certo: população carente de moradia e sem meios próprios de transportes.
Os primeiros moradores da Vila Brasilândia, segundo registros da Prefeitura, foram justamente vários ex-habitantes dos cortiços e casarões desapropriados e demolidos por Prestes Maia.
Uma das estratégias da Empresa Brasilândia era facilitar o pagamento dos terrenos: em 12 vezes e sem juros. Uma promoção também atraía: quem comprasse os lotes da Brasilândia, ganharia uma grande quantidade de tijolos.
A eles, somaram-se operários, imigrantes, principalmente portugueses, italianos e espanhóis, todos, a sua maneira, com seus conhecimentos e habilidades, faziam com que a região se desenvolvesse.
Um grande exemplo,foi o casal de mineiros Luiza Sales Rezende e Benedito Rezende, que chegaram a Vila Brasílândia em 1948. Luiza ficou inconformada com o fato de não haver escola no bairro e nas áreas adjacentes.
Depois de dois anos de luta, ela conseguiu uma sala para lecionar no Centro Esportivo do Bairro, em 1950. Era formada a primeira escola da Vila Brasilândia, o Grupo Escolar da Vila Serralheiro. Um ano depois, ganha novas instalações, sendo reconhecida oficialmente como parte da rede estadual de ensino pelo então Governador Lucas Nogueira Garcez.
Duas das grandes devoções do brasileiro, futebol e religião, também remetem aos primórdios de Vila Brasilândia.
Em 1949 era inaugura o Elite Futebol Clube. Como até os anos de 1970 era comum o fato de os bairros terem mais de um grupo de jovens (normalmente as chamadas turminhas da parte de cima do bairro e turminhas de baixo), em 1950, apareceria um rival, o Tiro ao Pombo Futebol Clube, nome dado pelos fundadores praticarem já há algum tempo esse modalidade contra os animais, que sequer pode ser chamada de esporte na opinião de muitos.
Em 17 de setembro de 1953, com a ajuda de boa parte dos moradores, foram concluídas as obras da Paróquia Santo Antônio de Vila Brasilândia, a primeira igreja do bairro. A inauguração da igreja foi bem ao estilo de uma sociedade que crescia economicamente e em número de habitantes: um casamento. Os noivos que inauguraram a igreja segundo arquivos da Prefeitura foram Manoel Guilherme e Benedita Guilherme. Hoje nem tanto, mas naquela época, casamento era sinal de que viriam muitos filhos. O pessoal brincava que para cada casamento surgiam pelo menos três batizados depois.
Os anos de 1950 marcaram o Brasil, o presidente Bossa Nova, Juscelino Kubitscheck acabara na segunda metade desta década de adotar uma política desenvolvimentista que privilegiava a indústria, em especial a de automóveis.
As mudanças na política econômica elevaram o grau de urbanização do País e mesmo com a marcha para o Centro Oeste, com a criação quase no final de seu mandato de Brasília, as regiões que mais se privilegiaram com a industrialização foram as Sul e Sudeste.
O ABC Paulista foi escolhido para o ser o campo da grande indústria automotiva, das montadoras. A Capital Paulista, além de abrigar algumas fábricas de carro também tinha várias empresas da cadeia produtiva
AB

http://fotolog.terra.com.br/tudodeonibus:1309

Silas Malafaia teve conduta homofóbica...

A procuradora da República em Brasília Ana Carolina Araújo Roman investiga se Silas Malafaia, pastor da Assembleia de Deus, teve conduta homofóbica em uma audiência pública na Câmara dos Deputados na qual se discutiu o chamado Estatuto das Famílias.

Politicando Humor....Coisas que vc nunca viu



1.Roberto Carlos de bermuda
2.Filho de prostituta chamado Júnior
3.Genro com retrato da sogra na carteira
4.Enterro de Anão
5.Ex-gay
6.Santo de óculos
7.Baiana vendendora de acarajé ser assaltada
8.Lombardi
9.Cabeça de Bacalhau
10.Negros gêmeos
11.Chester vivo
12.Entrevistador do IBOPE
13.Papel higiênico em banheiro publico
14.Salário durar 30 dias
15.Pai de Pai de santo
16.Previsão da mãe dina da certo
17.Ser fiel ate que a morte nos separe
18.Uma japonesa vesga
19.Quem não lê e-mail de besteira em horario de trabalho

quarta-feira, março 23, 2011

Frases iniciais de fundadores dos melhores inventos...

Algumas frases iniciais

Telefone, 1876: Mr Watson, come here. I want to see you. (Sr. Watson, quero ver o sr.)

Mensagem de rádio em alto mar, 1897:Are you ready? (Você está pronto?)

Aterrissagem na Lua, 1969: That's one small step forman, one giant leap for mankind (Este é um pequeno passo para um homem, mas um grande salto para a humanidade)

E-mail, 1971: Qwertyuiop (provável)

Torpedo, 1992: Merry Christmas (Feliz Natal)

You Tube, 2005: Vídeo chamado Me at the Zoo com as primeiras palavras All Right, so here we are in front of the elephants (Tudo bem, então estamos em frente aos elefantes)

Twitter, 2006: just setting up my twttr ('estou preparando meu twitter')

sexta-feira, março 18, 2011

Chapa Única no PSDB Municipal de São Paulo...

Confirmado! Teremos Chapa Única para o Diretório Municipal do PSDB em SP....

que ótimo!

Vence o consenso, o dialogo e a força do partido unido!

Parabéns Vereadores da Bancada PSDB de SP, Julio Semeghini e João Câmara!!!

Todos nós estamos orgulhosos por este momento democratico!

quinta-feira, março 17, 2011

Governador Geraldo Alckmin reformula Detran/SP...

A partir do segundo semestre, motoristas de São Paulo vão poder receber suas carteiras de habilitação definitivas em casa. Eles não vão precisar mais ir ao Detran, como ocorre atualmente. Até o fim do ano, várias outras mudanças vão ocorrer.

O governador Geraldo Alckmin (PSDB) anunciou nesta quinta-feira uma grande reformulação no órgão de trânsito paulista.

quarta-feira, março 16, 2011

Terremoto de 5,7 atingiu Santiago do Chile...

Um terremoto de 5,7 graus de magnitude atingiu Santiago, capital do Chile, na noite desta quarta-feira. O tremor de terra aconteceu por volta de 19h32 e teve seu epicentro registrado há 72 quilômetros da cidade de Valparaíso.

Rodoanel Norte será licitado em junho/2011...

O Governador Geraldo Alckmin teve reunião com a Presidente Dilma para acertar a divisão de custos da obra, que é bem problemática devido seu traçado passar pela Serra da Cantareira. Com o valor em torno de R$4,5 bilhão.
O Governador defendeu ainda a construção de um novo terminal aeroportuário na grande São Paulo.

Onda gigante invade aeroporto de Sendai no Japão... 2011

Terremoto e Tsunami no Japão - 10,000 desaparecidos

Terremoto e Tsunami no Japão Google Earth

Planeta Mercúrio visto da sonda Messenger...






Mais de seis anos depois de ter sido lançada da Terra, a sonda espacial norte-americana Messenger deve começar na quinta-feira a orbitar Mercúrio, no primeiro contato íntimo com o pequeno planeta rochoso desde 1975.

segunda-feira, março 14, 2011

É preciso mudar o estatuto do PSDB

Entre tantas necessidades de se mudar o estatuto do PSDB, uma precisa ser pensada com urgência no caso da capital. Nos Diretórios Distritais Zonais existe a figura do "Delegado Indicado" ao Diretório Municipal. Para evitar a reeleições contínuas de uma mesma pessoa. Um artigo deve ser colocado para que só possa ser reeleito uma vez.
A renovação dos quadros administrativos, deve ser colocada como alternativa para que o partido cresça através da base popular.

Alckmin apoio conselho político no PSDB...

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), mostrou-se favorável hoje à criação de um conselho político no PSDB, uma instância que seria formada por líderes da sigla, sem funções administrativas, para discutir a atuação do partido em esfera nacional. A iniciativa tem sido defendida, nos bastidores, pelo ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso, como uma maneira de pôr panos quentes em torno da disputa pela presidência nacional do PSDB.

domingo, março 06, 2011

Freguesia do Ó venha conhecer...




Freguesia do Ó um bairro com cara de cidade do interior, ótimo para morar, lindo para se curtir. Venha conhecer, você vai amar.

quinta-feira, março 03, 2011

Politicando Humor.... Maracujá macho...


Esse maracujá esta fazendo um grande sucesso numa pequena cidade no interior do Maranhão, em formato de "pinto" orgão sexual masculino no linguajar popular.

quarta-feira, março 02, 2011

Reforma Política geral...

Os partidos políticos e seu sistema eleitoral precisam com urgência ser reformado. Até em partidos grandes o desinteresse do povo em participar da política é enorme, entender e praticar política será uma árdua caminhada para melhorar nossa representação.
É preciso colocar nos estatutos pontos que possa ser seguido com facilidade, colocar medidas que evite acumulo e permanência nos cargos de direção dessas agremiações políticas.
O mundo dos partidos no Brasil não passa de uma miragem burocrática, sem qualidade, sem interesse por participar da vida partidária.
O mundo muda a cada instante e os partidos e seu sistema eleitoral precisa ser reformado.

sábado, fevereiro 26, 2011

O mundo árabe esta mudando...

Ditadores amigos dos Estados Unidos estão sendo desmontados pelo povo através de redes sociais na internet.
Por todo o Oriente Médio – Bahrein, Líbia, Iêmen e mais países, regimes autocráticos estão tentando esmagar a disseminação sem precedentes de protestos pacíficos, usando a brutalidade e bloqueando meios de comunicação. Estes países estão em uma encruzilhada entre a libertação e a violência – e a habilidade dos manifestantes conseguirem transmitir informações para o mundo poderá definir o resultado

sexta-feira, fevereiro 25, 2011

Linha 6 Laranja do Metrô vai ser concluída em 2017...




Brasilândia e Freguesia do Ó, na zona noroeste, Perdizes e Pompeia, na zona oeste, ainda terão que esperar seis anos para utilizar a prometida linha 6-laranja do metrô,
O governo Geraldo Alckmin (PSDB) revelou ontem uma programação "realista" para esse projeto sair do papel: as obras devem começar em 2013 e a primeira etapa só deve ser concluída em 2017.

A linha 6 foi anunciada com alarde em março de 2008. O governo José Serra (PSDB) estimava que as obras começariam em 2010 e terminariam de 2012 a 2013.

Após atrasos na contratação de projetos, a última previsão divulgada pela gestão passada era que tudo ficaria pronto até 2014, ano da Copa.

Ao assumir a pasta dos Transportes Metropolitanos do governo Alckmin, Jurandir Fernandes admitiu que esse prazo não seria possível --mas não fixava datas. Segundo ele, não se trata de falta de empenho, mas de uma visão "com muita clareza" sobre uma proposta que ainda não tem projetos concluídos nem licitação pronta.

sexta-feira, fevereiro 18, 2011

Contra calvície em seres humanos...

Em fase de pesquisa, cientistas vão criar remédio para calvíce.
A descoberta acidental de uma substância que fez crescer novamente pelos em ratos de laboratório pode abrir caminho para um potencial remédio contra calvície em seres humanos.

Os cientistas da Universidade da Califórnia (EUA) fizeram a descoberta, de forma inesperada, ao conduzir pesquisas sobre as maneiras como o estresse pode afetar as funções gastrointestinais.

Utilizaram então ratos geneticamente modificados para produzir em excesso corticotropina ou CRF (corticotrophin-releasing factor), um hormônio de estresse.

Ao envelhecer, os roedores começaram a perder os pêlos, principalmente nas costas, ao contrário do grupo controle de ratos não modificados geneticamente.

Hormônio

Em seguida, os pesquisadores conseguiram criar um peptídeo, uma substância química batizada de "astressin-B", que bloqueia o efeito estressante do hormônio CRF e o injetaram nos ratos que perdiam os pelos.

Três meses mais tarde, os médicos americanos voltaram para analisar os efeitos do "astessin-B", mas não conseguiram distinguir os ratos geneticamente modificados dos outros, já que seus pelos haviam voltado a crescer totalmente.

"Nossa descoberta mostrou que um tratamento de curta duração, com esta substância, fez crescer novamente pelos em ratos que foram geneticamente modificados para ficarem cronicamente estressados", explicou o cientista Million Mulugeta, professor adjunto de medicina da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, e um dos coautores deste estudo.

"O trabalho pode significar o início de novas abordagens para tratar a calvície em humanos, ao neutralizar os receptores de um hormônio que desempenha um papel-chave na condição de estresse", acrescentou ele.

Para os estudiosos, tais tratamentos poderiam tratar a perda de cabelos relacionada ao estresse e à velhice.

Por ora, segundo os cientistas, os testes serão realizados apenas com camundongos, mas eles esperam que no futuro a descoberta possa se tornar um tratamento eficiente contra a queda de cabelos em seres humanos.

Linha 6 Laranja do Metrô vai ser prolongada até Anália Franco

Finalmente um projeto da linha de metrô segue um proposito de atender grande parcela da população, principalmente da zona noroeste da capital, agora o metrô promete estender esta linha até Pirituba zona noroeste e Jardim Anália Franco zona leste.

A Linha 6-Laranja do Metrô, apelidada de "linha das universidades" por passar perto de faculdades, vai ficar maior e chegar até a zona leste. Inicialmente prevista para ir da Estação São Joaquim da Linha 1-Azul até a Vila Brasilândia, na zona norte, o ramal deve ter uma alteração de traçado: em vez de terminar no centro, seguirá até o Jardim Anália Franco, na zona leste. Na outra ponta, será estendida até Pirituba.

De olho na Expo 2020, Piritubão vai ganhar estação

O estudo do novo traçado será agora apresentado ao governador Geraldo Alckmin (PSDB), que dará o aval final sobre as mudanças. Em paralelo, deve ser feito o projeto funcional do prolongamento da linha - a primeira etapa da obra -, a partir da Estação São Joaquim.
A construção da Linha 6-Laranja ganhou destaque nos últimos 15 dias dentro da administração estadual e se tornou prioridade do governo do Estado. Isso acontece pelo imbróglio na licitação da Linha 5-Lilás, suspensa depois que surgiram denúncias de conluio entre empresas participantes da licitação.

A Linha 6-Laranja foi projetada inicialmente para ter 16 quilômetros e 14 estações. Ela vai passar por bairros como Liberdade, Bela Vista e Higienópolis, na região central, Perdizes e Pompeia, na zona oeste, e Freguesia do Ó e Vila Brasilândia, na zona norte da capital paulista.

A extensão deverá passar por bairros como Cambuci, Ipiranga e Mooca. E seguir pela região da zona leste de São Paulo até cruzar com a futura Linha 15-Branca (Vila Prudente-Tiquatira), na altura da Estação Anália Franco. No caminho, ela também fará a ligação com a Linha 10-Turquesa da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), que atende o ABC paulista.

O objetivo principal do prolongamento é criar uma nova rota praticamente paralela à Linha 2-Verde, que já apresenta sinais de saturação. E a situação desse ramal deve se agravar ainda mais em abril, quando as estações Tamanduateí e Vila Prudente - que atualmente funcionam em horário reduzido - devem passar a operar em período integral. Todos os passageiros provenientes da região do ABC paulista vão entrar na rede de Metrô pela Linha 2-Verde.

"A Linha 2-Verde está operando no limite, então precisamos dar um reforço para a região, aliviar essa linha", explicou o secretário dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes.

A 60 metros. O prolongamento da Linha 6-Laranja da Liberdade (Estação São Joaquim) até o Anália Franco também será subterrâneo, assim como o restante do projeto. Esse ramal deverá ter as estações construídas em maior profundidade na cidade de São Paulo. Ficarão em média a 60 metros abaixo do nível do solo. Um trecho passará sob o Rio Tietê.

quinta-feira, fevereiro 17, 2011

Substância faz crescer pelos, será o fim da calvíce...

Esta descoberta abre caminho para tratamento em humanos.

A descoberta acidental de uma substância que fez crescer novamente pelos em ratos de laboratório pode abrir caminho para um potencial remédio contra calvície em seres humanos, segundo uma pesquisa americana publicada esta semana.

"Nossa descoberta mostra que um tratamento de curta duração com esta substância fez crescer novamente pelos em ratos que foram geneticamente modificados para ficarem cronicamente estressados", explicou Million Mulugeta, professor de medicina da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, um dos coautores deste estudo.

"O trabalho pode significar o início de novas abordagens para tratar a calvície em humanos, ao neutralizar os receptores de um hormônio que desempenha um papel-chave na condição de estresse", acrescentou.

Tais tratamentos poderiam tratar a perda de cabelos relacionada ao estresse e à velhice, precisou o médico.

O estudo foi publicado na versão on-line da revista científica americana "PLoS One", uma publicação da Public Library of Science.

Os cientistas fizeram esta descoberta inesperada ao conduzir pesquisas sobre as maneiras como o estresse pode afetar as funções gastrointestinais.

Para isso, utilizaram ratos geneticamente modificados para produzir em excesso corticotropina ou CRF (corticotrophin-releasing factor), um hormônio de estresse.

Dep. Fed. Tiririca votou pelos R$600,00 salário mínimo...

A estréia genial de Tiririca

Assim que o painel acusou o voto favorável do deputado federal
Francisco Everardo Oliveira, o Tiririca (PR-SP), à emenda do PSDB que fixava em
600 reais o novo valor do salário mínimo, ele foi cercado por colegas de
partido. Tiririca havia anunciado que votaria de acordo com a orientação da
bancada, ou seja, a favor dos 545 reais. Aos nobres deputados, ele justificou:
“Errei. Foi sem querer”.

Todos o tranquilizaram. Na Câmara é assim mesmo,
quem nunca errou um voto? Tiririca não precisava se preocupar. Ele é o deputado
mais votado do Brasil. Pode errar.

Os deputados viraram as costas, alguns
repórteres o questionaram, ele mudou a resposta: “Cá entre nós, eu votei com o
povo. Quem foi que me colocou aqui?”. Nesta quinta-feira, a assessoria de
Tirirca nega que ele tenha votado contra o governo, e sustenta que tudo não
passou de um engano.

Como diria outro palhaço, o mexicano Chaves, foi
“sem querer querendo”. Com a confusão, ele conseguiu ficar bem na foto sob todos
os ângulos – convenceu quem precisava no partido e fez um afago no eleitorado

De bobo só tem a cara. E o Zé povinho ainda critica!

terça-feira, fevereiro 15, 2011

12º Mandamento do PSDB que Serra deveria falar e agir.

12º Mandamento do PSDB que Serra não falou mas deveria falar e agir... "Não serás Arrogante e Prepotente" como ele o é.


Aliás no PSDB temos duas correntes claras as da "Base Popular" Covas/Alckmin
e a "Arrogante e Prepotente" Serra/Velhos assessores e seus asseclas que apoiou o Kassab em 2008 renegando o Alckmin e seu próprio partido.

Eu sou base popular apoiei o Alckmin 2008 e por fidelidade apoiei o Serra 2010.

Robson Cerqueira

domingo, fevereiro 13, 2011

Isabalita de Patins deixa o carnaval carioca...





Um dos mais bonitos personagens do carnaval carioca ao lado de tantas figuras como; Clovis Barnay, Isabelita de Patins esta deixando de desfilar.
Jorge Iglesias, que na juventude participou de campeonatos de patins na Argentina, desfilou a primeira vez como Isabelita no carnaval de 1971.

"Criei uma boneca de luxo que se entregou inteira, com amor, paixão, e, no fim, veio a desilusão. É a vida", lamenta, com um misto de riso e choro disfarçados na face limpa.

quinta-feira, fevereiro 10, 2011

A Ilha mais bonita do mundo... vista do alto




Esta maravilha feita pela mão do homem é a ilha mais bonita do mundo, mesmo construída no deserto com o mar. Pode ser considerada uma obra de arte.

Foto divulgada pela Nasa e feita por astronauta a bordo da Estação Espacial Internacional, em 23 de janeiro, mostrando praias artificiais em Durrat Al Bahrein, no emirado do Bahrein. As praias têm formato de luas crescentes e de pétalas. O local vai abrigar mais de mil casas de luxo e instalações turísticas como hotéis e shoppings, em uma área de 21 quilômetros quadrados construídos artificialmente. (Foto: AFP )

Foto magnifica de galáxias e buraco negro...





A Nasa, agência espacial americana, divulgou uma foto da Arp 147, um par de galáxias localizadas a cerca de 430 milhões de anos-luz da Terra.

A imagem foi possível pelos raios X emitidos pelo observatório Chandra e pelos dados ópticos do telescópio Hubble.

quarta-feira, fevereiro 09, 2011

Apagão da Dilma...

Como medida pós-apagão, Lobão afirmou ter recomendado à Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) uma avaliação urgente de todas as linhas de transmissão e todas as subestações. O ministro não deixou claro se são de todo o país ou apenas do Nordeste.

Apagão da Dilma...

Mais um apagão em São Paulo, cadê o sistema infalível, não dizer que esta faltando àgua, pois têm chovido demais. Dilma qual é a desculpa - ou mentira para o povo acreditar... Qual?

sexta-feira, fevereiro 04, 2011

Esse apagão no Nordeste em 03 de fevereiro 2011...

Tá vendo Dilma, de vez em quando aparece um "Apagão" suspeito no Brasil, então que sirva de lição e nunca use estes apagões em campanhas eleitorais contra seus adversários, pois a vítima pode ser você.
O Ministro disse que foi um pequeno defeito, muito "Raro" de acontecer.
Mas disseram que o sistema era seguro e apagão nunca mais.
A mentira a todo custo para ganhar eleição e agora na cara dos nordestinos, eles mesmo que deram vitória a Dilma, agora vêem sua heroína passar carão. Bem feito!

quinta-feira, fevereiro 03, 2011

Programa do PSDB com FHC e Alckmin...

O programa partidário semestral do PSDB foi ao ar na noite desta quinta-feira (3) trazendo como protagonistas o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. José Serra, que disputou a Presidência pela sigla no ano passado, não apareceu.

segunda-feira, janeiro 24, 2011

Politicando Humor.... Prova do Tiririca...

VAZOU A PROVA QUE O TIRIRICA FEZ PARA ASSUMIR O CARGO DE DEPUTADO FEDERAL....




1 ) Um grande presidente brasileiro foi Castelo _________
( ) Roxo ( ) Preto ( ) Branco ( ) Rosa choque ( ) Amarelo

2) Um líder chinês muito conhecido chamava-se Mao-Tsé______
( ) Tang ( ) Teng ( ) Ting ( ) Tong ( ) Tung

3) A principal avenida de Belo Horizonte chama-se Afonso_______
( ) Pelo ( ) Pentelho ( ) Penugem ( ) Pena ( ) Cabelo

4) O maior rio do Brasil chama-se Ama_________
( ) boates ( ) zonas ( ) cabarés ( ) relinho ( ) ciante

5) Quem descobriu a rota marítima para as Índias foi __________
( ) Volta Redonda ( ) Fluminense ( ) Flamengo ( ) Botafogo ( ) Vasco da Gama

6) A América foi descoberta por Cristóvão Co_______
( ) maminha ( ) picanha ( ) alcatra ( ) lombo ( ) carne do sol

7) Grande Bandeirante foi Borba _______
( ) Lebre ( ) Zebra ( ) Gato ( ) Veado ( ) Vaca

8) Quem escreveu ao Rei de Portugal sobre o descobrimento do Brasil foi Pero Vaz de ________
( ) Anda ( ) Para ( ) Corre ( ) Dispara ( ) Caminha

9) Um famoso ministro de Portugal foi o Marquês de _________
( ) Galinheiro ( ) Puteiro ( ) Curral ( ) Pombal ( ) Chiqueiro

10) D. Pedro popularizou-se quando __________
( ) eliminou a concorrência
( ) decretou sua falência
( ) saturou a paciência
( ) proclamou a independência
( ) liberou a flatulência

11) Pedro Alvares Cabral _____________
( ) inventou o fuzil ( ) engoliu o cantil ( ) descobriu o Brasil ( ) foi pra puta que o pariu ( ) tropeçou mas não caiu

12) Foi no dia 13 de maio que a Princesa Isabel____________
( ) aumentou a tanajura ( ) botou água na fervura ( ) engoliu a dentadura ( ) segurou a coisa dura ( ) aboliu a escravatura

13) Um grande ator brasileiro é Francisco Cu______
( ) sujo ( ) de ferro ( ) oco ( ) largo ( ) apertado

14) O autor de Menino do Engenho foi José Lins do ______
( ) Fiofó ( ) Cu ( ) Rego ( ) Furico ( ) Forevis

15) O mártir da independência foi Tira___________
( ) gosto ( ) que está doendo ( ) e põe de novo ( )dentes ( ) cabaço

16) D. Pedro I, às margens do Rio Ipiranga, gritou_______________
( ) Hortência volte!
( ) Eu dou por esporte!
( ) Como dói, prefiro a morte!
( ) Independência ou morte!
( ) Maria, endureceu! Que sorte!

sexta-feira, janeiro 21, 2011

Rede de tv americana CNN elege povo brasileiro mais legal do mundo...

Eleição feita pela rede americana CNN e com elogios que até surpreende.

Os brasileiros ocupam o primeiro lugar num ranking feito pelo site da americana CNN de “nacionalidades mais legais” do mundo.
“Sem os brasileiros não existiria o samba e o carnaval do Rio, o bonito futebol de Pelé e Ronaldo, os minúsculos biquínis e corpos bronzeados da praia de Copacabana e a depilação com cera”, diz o texto.
“A menos que eles usem a reputação de povo sexy, descontraído e festeiro como um disfarce para exterminar golfinhos ou invadir a Polônia, nós não temos outra escolha senão nomear os brasileiros o povo mais legal do planeta.”

quinta-feira, janeiro 13, 2011

O Sol pode esta gerando desastre naturais na Terra...

O Sol pode esta gerando todas estas tempestades no Brasil, na Austrália, nos Estados Unidos... O aumento da atividade solar pode ter ligação com os desastres naturais que atingem diversos países desde o fim de 2010, já que o Sol passa por um momento de intensificação de sua atividade.
Fora isso o conjunto de atividades humanas na produção de mais poluição e de muito lixo, desmatamento. Além da perigosa situação de fazer residência em áreas de encostas, em cima de morros, plantar bananeira em declives, tudo isso parece ajudar ainda mais nesta tragédias no Brasil
A agência espacial norte-americana (Nasa), havia previsto para 2010 ou 2011 o solar maximum, período em que a atividade solar atinge seu máximo, as explosões e tempestades solares são muito mais frequentes e intensas e as manchas solares reaparecem. No entanto, a agência adiou a previsão para 2012, o que significa que, embora este ano o Sol ainda não esteja no máximo de sua atividade, ele já está se aproximando do ápice.

domingo, janeiro 09, 2011

Linha 6 Laranja do Metrô Freguesia do Ó vai atrasar construção



Linha 6-Laranja

O ex-governador José Serra esperava lançar a pedra fundamental da futura Linha Laranja do Metrô ainda em sua gestão. No anúncio da obra, em março de 2008, o então secretário dos Transportes Metropolitanos, José Luiz Portella, prometeu entregar o maior trecho da linha --da Freguesia do Ó até a estação São Joaquim da Linha 1-Azul-- em 2012.
Em entrevista ao UOL Notícias em junho de 2010, Portella revisou o prazo, mas prometeu que a obra estaria pronta no máximo em 2014. Contudo, até agora sequer o projeto executivo da obra foi concluído. “Essa [linha] tem que terminar o projeto executivo, que ainda não tem, licitar a obra e buscar financiamento externo para fazê-la”, afirmou Alckmin na entrevista à CBN.
Quando pronta, a Linha Laranja deve ligar o Oratório, na zona leste, à Brasilândia, no extremo norte da capital.

terça-feira, janeiro 04, 2011

Ler e reler o livro A Revolução do Bichos...






Quando foi publicado, em 1945, depois de rejeitado por vários editores - entre eles o poeta T.S. Eliot -, a revolução dos bichos causou mal-estar no establishment literário e político da época, pois foi imediatamente percebido como uma sátira feroz da ditadura stalinista e os soviéticos. De fato os porcos personagens principais deste livro soou como uma ofensa direta aos russos. Ao ler e como não fazer ligação dos personagens porcos Napoleão com Stálin e Bola de Neve com Trotski descrito em uma caricatura perfeita por George Orwell. Ao passo que nos dias de hoje também é possível ver personagens políticos de vários países que tentam fazer um socialismo que jamais será alcançado. Aqui no Brasil este livro pode fazer-nos entender gente que esta no poder ou que perderam o poder em circunstância emblemática e um partido político que pregava um socialismo com muita ética, vê se agora o mesmo efeito dos personagens do livro.
Vale ler e reler este livro tão extraordinariamente atual.

segunda-feira, janeiro 03, 2011

Logomarca da Olimpíada de 2016 pode ser plágio...



Logomarca da olimpíada de 2016 pode ser plágio.

A grande diferença entre as duas marcas é que a do brasileiro tem três pessoas de braços dados. A da Telluride, quatro. A partir daí começam muitas semelhanças, ou pura preguiça de pensar. Essa olimpíada já começou desse jeito imagine como vai terminar.

quarta-feira, dezembro 29, 2010

Centro de Exposições Expo São Paulo 2020




Lançado oficialmente o Projeto Expo São Paulo 2020





Hoje dia 29 de dezembro de 2010 - A Prefeitura de São Paulo e Governo do Estado de São Paulo anunciaram a construção de um moderno Parque de Exposições de grande porte na região de Pirituba, para fortalecer São Paulo no seleto grupo de cidades que são polos internacionais de turismo de negócios. O porjeto denominado de Expo São Paulo, prevê a implantação de equipamentos modernos, de padrão mundial, como pavilhões de exposições, centro de convenções, centro empresarial e hotéis para captar grandes convenções, eventos e feiras internacionais que atualmente deixam de ser feitos por canta da agenda lotada dos espaços hoje existentes.
O Prefeito Gilberto Kassab falou da importância deste empreendimento para a região oeste principalmente para Jaraguá, Pirituba e Freguesia do Ó, esta último pela continuidade do metrô até este parque de exposições.
Já o Governador Alberto Goldman em seu último ato assinou documento com o prefeito e o Secretário Mario Arce da Secretaria dos Transportes para ampliação de vias na região. Em seu discurso o secretario foi injusto ao dizer que Pirituba é o "fim do mundo". Só para lembrar ao secretario que Pirituba é o extremo mais perto do centro da cidade, em vista de Itaquera e Santo Amaro.

quinta-feira, dezembro 23, 2010

Palmeiras campeão 8 vezes no futebol brasileiro

A polêmica de que a Taça Brasil é equivalente à Copa do Brasil e não deveria ter entrado na conta foi citada pelo historiador Odir Cunha, responsável pela pesquisa encomendada pela CBF para saber se reconheceria ou não os títulos. “A primeira Taça Brasil, em 1959, contou com a presença dos campeões de 18 estados, o que representava na época 80% do território brasileiro Não tem como ignorar o caráter nacional daquela competição. Quem a venceu (o Bahia) é campeão brasileiro”, disse Cunha. Há pelo menos um fato bizarro ao unificar o Robertão e a Taça Brasil: em 1967 o Palmeiras venceu ambos, ou seja, foi Bi brasileiro na mesma temporada.
Sobre o título de 1987, que a CBF dá para o Sport, mas o Flamengo reivindica, Ricardo Teixeira disse que se o clube do Rio de Janeiro quer tê-lo precisará acionar a Justiça comum (algo que a Fifa não permite). Em 1987 o torneio foi organizado pelos clubes, a Copa União, e o Fla venceu o Módulo Verde, enquanto o Sport o amarelo. Os cariocas se recusaram a enfrentar os pernambucanos, no que seria a decisão, e a CBF considera o Sport então o campeão daquele ano.

Veja os títulos dos “novos” campeões:
1959 - Bahia
1960 - Palmeiras
1961 - Santos
1962 - Santos
1963 - Santos
1964 - Santos
1965 - Santos
1966 - Cruzeiro
1967 - Palmeiras, duas vezes (Robertão e Taça Brasil)
1968 – Botafogo (Taça Brasil) e Santos (Robertão)
1969 - Palmeiras
1970 - Fluminense
Os títulos brasileiros de cada clube a partir de agora:
1º Palmeiras - 8
(1960, 1967 (Robertão), 1967 (Taça Brasil), 1969, 1972, 1973, 1993 e 1994)
1º Santos - 8
(1961, 1962, 1963, 1964, 1965, 1968 (Robertão), 2002 e 2004)
3º São Paulo - 6
(1977, 1986, 1991, 2006, 2007 e 2008)
4º Flamengo - 6
(1980, 1982, 1983, 1987*, 1992 e 2009)
5º Corinthians - 4
(1990, 1998, 1999 e 2005)
5º Vasco - 4
(1974, 1989, 1997 e 2000)
7º Fluminense - 3
(1970, 1984 e 2010)
7º Internacional - 3
(1975, 1976 e 1979)
8º Bahia - 2
(1959 e 1988)
8º Botafogo - 2
(1968 (Taça Brasil) e 1995)
8º Cruzeiro - 2
(1966 e 2003)
8º Grêmio - 2
(1981 e 1996)
13º Atlético-MG - 1
(1971)
13º Atlético-PR - 1
(2001)
13º Coritiba - 1
(1985)
13º Guarani - 1
(1978)
13º Sport * - 1
(1987)
* A CBF considera o Sport campeão brasileiro de 1987, apesar de o clube carioca reivindicar o título por ter conquistado a Copa União. O Fla se recusou a enfrentar o Sport, campeão do Módulo Amarelo da mesma competição, e a CBF considerou os pernambucanos campeões

quarta-feira, dezembro 22, 2010

Cantora Elizabeth

[link=http://www.musicas-especiais.com][red]Sou Louca Por VocÊ - Cantora Elizabeth (jovem Guarda)[/red]
Envie músicas para seus amigos do Orkut!
[/link]

quarta-feira, dezembro 08, 2010

Partidos de direita no Brasil já têm candidato em 2014...

O já famoso "Blocão" formado por PMDB, PR, PP, PTB e PSC, são a base para que em 2014 esses partidos deixem de ser "rabeira" do PT e tenham seus candidatos a presidente e vice. Num exercício de política é só imaginar o que esta acontecendo no Rio de Janeiro, com o desempenho do Governador Sergio Cabral. Se tudo der certo para o governador do Rio, este será o natural candidato da direita brasileira e digo mais seu provável companheiro de chapa como vice será, nada menos do que o ex-presidente e homem do nordeste brasileiro e Senador Fernando Color do PTB.

terça-feira, dezembro 07, 2010

Governo Federal quer censurar mídias...

A ideia do Planalto é regular o conteúdo de rádio e TV no país. Segundo o jornal “Folha de S. Paulo”, que teve acesso à minuta da proposta, a ANC substituiria a Agência Nacional do Cinema (Ancine) e teria poderes para multar empresas que veicularem programação considerada ofensiva, preconceituosa ou inadequada ao horário.

Cuidados a todos motoristas em viagem...

Interessante e importante


MUITO IMPORTANTE!
À noite, se atirarem um ovo no pára-brisas de seu carro (reconhecível pelo amarelo da gema)
* Mantenha a calma e a VELOCIDADE
* Não use o limpador de pára-brisas!
* NUNCA coloque água no pára-brisas!
* Aumente a velocidade rapidamente a se perder, porque os LADRÕES estão por perto.

Explicação: O ovo e a água ao se unirem, formam uma substância viscosa, tal como o leite, e você vai precisar parar, pois bloqueará a sua visão em cerca de 90%. Fuja dali o mais depressa possível! Este é o ultimo método que eles inventaram.
Por favor, compartilhe com seus amigos e familiares.

terça-feira, novembro 16, 2010

irmãs tenistas Magnólia e Mayara

14º Romaria de Cavaleiros e Muleiros para Revelando SP 2010

O que é ser Social-Democracia nos dias de hoje...

Os sociais-democratas tentam reformar o capitalismo democraticamente através de regulação estatal e da criação de programas que diminuem ou eliminem as injustiças sociais inerentes ao capitalismo, tais como Bolsa Escola e Opportunity NYC. Esta abordagem difere significativamente do socialismo tradicional, que tem como objetivo substituir o sistema capitalista inteiramente por um novo sistema econômico caracterizado pela propriedade coletiva dos meios de produção pelos trabalhadores.


Atualmente em vários países, os sociais-democratas atuam em conjunto com os socialistas democráticos, que se situam à esquerda da social-democracia no espectro político. Os dois movimentos às vezes operam dentro do mesmo partido político, como é o caso do Partido Socialista francês. No final da década de XX, alguns partidos sociais-democratas, como o Partido Trabalhista britânico e o Partido Social-Democrata da Alemanha, começaram a flertar com políticas econômicas neoliberais, originando o que foi caracterizado de "Terceira Via".

A social democracia e o Brasil real

A idéia de social democracia desembarcou no Brasil no fim dos anos 1980 e foi apropriada em maior medida pelo PSDB. Com chegada ao poder de forma avassaladora e inesperada nas eleições de 1994.
É certo que com o Plano Real, produto concedido por economistas do PSDB, todos formados em universidades americanas.

quarta-feira, novembro 10, 2010

Socorro ao Banco PanAmericano... coisa do Lula

Olha, agora está aí a explicação do SBT sabotar a bolinha na cabeça do Serra.

Foi com esse artifício financeiro que a TV do SS, fez a polêmica agressão ao candidato, ser motivo de chacota por parte do Lula.
Conclusão: Foi tudo comprado. Alguém duvida?

quarta-feira, outubro 13, 2010

Politicando Humor....

Quando Deus fez o mundo, para que os homens prosperassem decidiu dar-lhes
apenas duas virtudes. Assim:
- Aos Suíços os fez estudiosos e respeitadores da lei.

- Aos Ingleses, organizados e pontuais..

- Aos argentinos, chatos e arrogantes.

- Aos Japoneses, trabalhadores e disciplinados.

- Aos Italianos, alegres e românticos.

- Aos Franceses, cultos e finos.

- Aos Brasileiros, inteligentes, honestos e petistas.

O anjo anotou, mas logo em seguida, cheio de humildade e de medo, indagou:

- Senhor, a todos os povos do mundo foram dadas duas virtudes, porém, aos
brasileiros foram dadas três! Isto não os fará soberbos em relação aos
demais povos da terra?

- Muito bem observado, bom anjo! exclamou o Senhor.
- Isto é verdade!
- Façamos então uma correção! De agora em diante, os brasileiros, povo do
meu coração, manterão estas três virtudes, mas nenhum deles poderá utilizar
mais de duas simultaneamente, como os demais povos!
Assim:
- O que for petista e honesto, não pode ser inteligente.
- O que for petista e inteligente , não pode ser honesto.
- E o que for inteligente e honesto, não pode ser petista.!!!!!!

Palavras do Senhor !!!.

Nota de esclarecimento
Fico triste quando usam a Internet para espalhar informações que não
procedem! Enviaram-me hoje um e-mail dizendo que o sangue do nosso
presidente é do tipo A-peritivo, e o dos que votaram nele dele é do tipo
O-tário.
É muita sacanagem e falta de ética passar esse tipo de coisa.... Temos que
divulgar informações corretas! O sangue do presidente é do tipo B-bum e o
dos eleitores AB-estalhados.

domingo, setembro 26, 2010

Parabéns ao Jornal O Estado de São Paulo...

Parabéns ao Jornal O Estado de São Paulo que pode sim apoiar um candidato a presidência da república como fazem os grandes jornais do mundo inteiro.



A acusação do presidente da República de que a Imprensa "se comporta como um partido político" é obviamente extensiva a este jornal. Lula, que tem o mau hábito de perder a compostura quando é contrariado, tem também todo o direito de não estar gostando da cobertura que o Estado, como quase todos os órgãos de imprensa, tem dado à escandalosa deterioração moral do governo que preside. E muito menos lhe serão agradáveis as opiniões sobre esse assunto diariamente manifestadas nesta página editorial. Mas ele está enganado. Há uma enorme diferença entre "se comportar como um partido político" e tomar partido numa disputa eleitoral em que estão em jogo valores essenciais ao aprimoramento se não à própria sobrevivência da democracia neste país.

Com todo o peso da responsabilidade à qual nunca se subtraiu em 135 anos de lutas, o Estado apoia a candidatura de José Serra à Presidência da República, e não apenas pelos méritos do candidato, por seu currículo exemplar de homem público e pelo que ele pode representar para a recondução do País ao desenvolvimento econômico e social pautado por valores éticos. O apoio deve-se também à convicção de que o candidato Serra é o que tem melhor possibilidade de evitar um grande mal para o País.

Efetivamente, não bastasse o embuste do "nunca antes", agora o dono do PT passou a investir pesado na empulhação de que a Imprensa denuncia a corrupção que degrada seu governo por motivos partidários. O presidente Lula tem, como se vê, outro mau hábito: julgar os outros por si. Quem age em função de interesse partidário é quem se transformou de presidente de todos os brasileiros em chefe de uma facção que tanto mais sectária se torna quanto mais se apaixona pelo poder. É quem é o responsável pela invenção de uma candidata para representá-lo no pleito presidencial e, se eleita, segurar o lugar do chefão e garantir o bem-estar da companheirada. É sobre essa perspectiva tão grave e ameaçadora que os eleitores precisam refletir. O que estará em jogo, no dia 3 de outubro, não é apenas a continuidade de um projeto de crescimento econômico com a distribuição de dividendos sociais. Isso todos os candidatos prometem e têm condições de fazer. O que o eleitor decidirá de mais importante é se deixará a máquina do Estado nas mãos de quem trata o governo e o seu partido como se fossem uma coisa só, submetendo o interesse coletivo aos interesses de sua facção.

Não precisava ser assim. Luiz Inácio Lula da Silva está chegando ao final de seus dois mandatos com níveis de popularidade sem precedentes, alavancados por realizações das quais ele e todos os brasileiros podem se orgulhar, tanto no prosseguimento e aceleração da ingente tarefa - iniciada nos governos de Itamar Franco e Fernando Henrique - de promover o desenvolvimento econômico quanto na ampliação dos programas que têm permitido a incorporação de milhões de brasileiros a condições materiais de vida minimamente compatíveis com as exigências da dignidade humana. Sob esses aspectos o Brasil evoluiu e é hoje, sem sombra de dúvida, um país melhor. Mas essa é uma obra incompleta. Pior, uma construção que se desenvolveu paralelamente a tentativas quase sempre bem-sucedidas de desconstrução de um edifício institucional democrático historicamente frágil no Brasil, mas indispensável para a consolidação, em qualquer parte, de qualquer processo de desenvolvimento de que o homem seja sujeito e não mero objeto.

Se a política é a arte de aliar meios a fins, Lula e seu entorno primam pela escolha dos piores meios para atingir seu fim precípuo: manter-se no poder. Para isso vale tudo: alianças espúrias, corrupção dos agentes políticos, tráfico de influência, mistificação e, inclusive, o solapamento das instituições sobre as quais repousa a democracia - a começar pelo Congresso. E o que dizer da postura nada edificante de um chefe de Estado que despreza a liturgia que sua investidura exige e se entrega descontroladamente ao desmando e à autoglorificação? Este é o "cara". Esta é a mentalidade que hipnotiza os brasileiros. Este é o grande mau exemplo que permite a qualquer um se perguntar: "Se ele pode ignorar as instituições e atropelar as leis, por que não eu?" Este é o mal a evitar.

Texto publicado na seção "Notas e Informações" da edição de 26/09/2010

terça-feira, setembro 21, 2010

Estão sabotando as linhas de metrô de São Paulo.

Parece incrível mas os fatos acontecido hoje dia 21 de setembro na linha 3 vermelha, é coisa de sabotagem. Alguém apertou o botão que aciona abertura das portas, com isso todo trem do metrô é obrigado a parar. Isso em época de eleição parece coisa de bandidos mesmo.

quinta-feira, setembro 16, 2010

Meu voto é em José Anibal 4586 Dep. Fed. por São Paulo


Caro(a) amigo(a),

Faço política desde jovem, movido pela indignação com as injustiças sociais. Continuo a me indignar e é a busca de soluções que melhorem a vida das pessoas que me impulsiona no exercício da vida pública. Nestas eleições concorro ao meu quinto mandato como Deputado Federal.

Tenho experiência no Legislativo, como Deputado Federal e Vereador na capital e no
Executivo, como Secretário de Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Econômico, nos governos Mario Covas e Geraldo Alckmin.

Sempre trabalhei para incrementar a vocação de São Paulo como gerador de empregos, empenhando-me em atrair mais empresas e aprovar leis que resultem em benefícios para o estado e a população – e as conquistas foram inúmeras e importantes.

Conheço profundamente São Paulo, a cidade e o estado, e sei o quanto nosso povo valoriza políticas que criem oportunidades, conhecimento e cultura. Como coordenador do atual Programa de Governo de Geraldo Alckmin, sinto-me ainda mais preparado para continuar colaborando pelo constante melhoria da qualidade de vida da nossa gente.

Por tudo isso, peço o seu voto e seu apoio. Fale com as pessoas, mande e-mails e colabore para que eu seja eleito junto com Serra, Presidente e Geraldo, Governador.

Um forte abraço,



Deputado Federal José Aníbal - 4586